Arquivo de outubro de 2007

Bela Diana Krall

quarta-feira, 31 de outubro de 2007

A pianista e cantora canadense Diana Krall, 42, é a mais bonita e elegante cantora do jazz suave. Não é exagero dizer que ela popularizou o smooth jazz (como dizem os americanos) com suas interpretações calmas e melodiosas, sem qualquer aproximação com o improviso, com o bebop ou sequer o groove, e o cuidado pop com suas fotografias e videoclipes.

O sucesso comercial de Diana Krall redefiniu as regras do mercado do jazz e abriu as portas para cantoras como Jane Monheit, Karin Allyson, Madeleine Peyroux e Norah Jones. E lá se vão 14 anos desde a estréia e, pelo menos, dez de êxito em todo o mundo, da artista que se casou com o cantor inglês Elvis Costello, em 2003 (o casal tem filhos gêmeos).

Os melhores momentos dessa trajetória estão em The very best of Diana Krall (Verve/Universal), que reúne 12 hits e apresenta três gravações inéditas: uma versão criativa de The heart of saturday night (Tom Waits) e releituras convencionais de Only the lonely (do repertório de Frank Sinatra) e You go to my head (popularizado por Sinatra e Billie Holiday).

 

No material distribuído para a imprensa, Diana explica que a coletânea é um espécie de encerramento de ciclo, com ela voltando os olhos para o futuro. O certo é que a união com Elvis Costello, um compositor múltiplo, e a maternidade vêm influenciando o processo criativo da pianista. Só depois de Costello, por exemplo, foi que ela estreou como compositora.

 

The very best of Diana Krall traz um DVD de bônus com videoclipes (como The look of love, uma boa e bossa-novista versão feita pela pianista para o clássico de Burt Bacharach) e performances gravadas em Portugal, num total de oito faixas. Para quem gosta de smooth jazz, o lançamento é indispensável e permite perceber exatamente quem é Diana Krall.

 

***

 

Ficha

 

CD + DVD: The very best of Diana Krall Artista: Diana Krall Produção: Diana Krall e Tommy Lipuma Gravadora: Verve/Universal Preço: R$35 (em média)

 

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Avante!

quarta-feira, 31 de outubro de 2007

Sucesso do filme ‘Tropa de elite’ impulsiona a carreira dos atores

Tropa de elite é o fenômeno cinematográfico do ano, quanto a isso, não há dúvidas. Mas, além das polêmicas e do sucesso – já foram mais de 1,6 milhão de espectadores, sem contar a pirataria –, o filme de José Padilha deu aos atores Caio Junqueira, o Neto, e André Ramiro, o Matias, o reconhecimento que ambos perseguem há tempos. Para Junqueira, que aos 30 anos já acumula 22 de carreira, o filme foi um divisor de águas. Elogiado no papel de Neto, o ator estava ciente desde o início de que estar no elenco de Tropa era algo muito importante. “Todos os caras da minha geração fizeram testes, todo mundo queria este papel”, conta. “Eu tive que provar que era o cara certo.”
André Ramiro não tinha a mesma percepção do colega. “Não sabia como ia ser”, conta.

“Na hora de filmar, já cheguei meio preparado. Por causa da desenvoltura no palco, não foi tão difícil. As câmeras gostaram de mim, e eu, delas”, brinca o carioca, que diz estar vivendo um caso de amor com a dramaturgia. Depois de todo o sofrimento que foi a preparação para ambos se tornarem oficiais do Bope no longa, os dois se tornaram amigos. “Passamos por tudo aquilo que aparece no filme, entrávamos no riacho às 6h. Foi pauleira”, lembra Junqueira. “Mas o bom é que, ao final do treinamento, a amizade do grupo ficou fortalecida”, conta Ramiro.

Agora, com o filme lançado e o talento reconhecido, os dois seguem por caminhos diferentes. Ramiro, que terminou de gravar uma participação em 174, de Bruno Barreto (que é baseado no documentário Ônibus 174, de Padilha), fez um curta com Gabriel O Pensador, uma participação em Linha direta, da Globo, e uma peça, Sapatinhos vermelhos. Mas o que ele quer mesmo é seguir carreira como músico. Antes de Tropa, Ramiro era conhecido no cenário hip hop – em janeiro, ele venceu uma das principais batalhas de MCs do Brasil, a Liga dos MCs. “Desde mais novo eu escrevo rimas e há seis anos estou na batalha para lançar um CD”, conta.

Com a visibilidade alcançada por causa do cinema, o primeiro trabalho como rapper, o CD As crônicas do Rato Careta, deverá chegar às lojas no início de 2008. Uma das músicas do seu primeiro trabalho é Não foi à toa. “O filme está me dando projeção na dramaturgia e na música, e espero que seja um condutor para esse disco. Acredito que muita gente queira saber o que o cara do Tropa está falando”, afirma. Caio Junqueira, que diz que “a tevê havia se esquecido” dele, foi lembrado rapidinho depois de sua impressionante atuação. Acostumado a altos e baixos, sabe que agora é a sua vez. No papel de Gaspar na nova novela das seis da Globo, Desejo proibido, que estréia segunda-feira, Junqueira quer se manter em alta. E, no que depender do autor da trama, Walther Negrão, ele será atendido. “O Caio foi recomendado pela direção, e eu aceitei porque já conhecia bastante do trabalho dele. Mas, depois de vê-lo em Tropa de elite, pensei comigo mesmo: ‘Terei de aumentar muito o papel dele na trama’. O talento que esse menino tem é impressionante, não irei desperdiçá-lo”, diz o autor.

Sem temer a responsabilidade, ao saber do elogio, Junqueira declarou, com um sorriso: “Quero mais é que aumente mesmo. Estou adorando fazer a novela, vou ficar superfeliz se meu personagem crescer, claro”. Na trama, Gaspar será o responsável pela implementação da ferrovia e vai enfrentar a ira da cidade porque seu projeto prevê a destruição de uma gruta onde há uma santa milagreira. “Mas, depois de conhecer os motivos da população, ele vai virar a casaca”, conta a co-autora da trama, Jackie Vellego.

Sobre o personagem, Junqueira revela que se inspirou no avô. “O Gaspar é uma pessoa muito dedicada e honesta. Ele lembra o meu avô”, diz. Mas o ator não é figurinha nova na tevê: desde os 8 anos, se dedica à dramaturgia. Filho do diretor Fábio Junqueira, convive no meio artístico desde pequeno. O primeiro papel foi em Tamanho família, uma espécie de A grande família, em 1985, na TV Manchete. Seu segundo personagem na tevê foi na Globo, em Armação ilimitada, em 1988, como Eugênio. Foram mais 15 personagens na televisão antes de estrear no cinema, no filme Buena sorte, em 2006. Abril despedaçado e Zuzu Angel, entre outros longas, fazem parte do currículo do ator, que tem 12 filmes.

“Trabalho desde pequeno, sou ator desde os 8 anos. Que bom que as pessoas estão reconhecendo o meu trabalho”, diz. Enquanto Junqueira se dedica às novelas, Ramiro diz que dá, sim, para conciliar a carreira de músico com a de ator e avisa que está só esperando por um convite. “Eu me considero um abençoado por Deus por estar fazendo parte desse sucesso todo”, conta.

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Iron Maiden confirma dois shows no Brasil no ano que vem

quarta-feira, 31 de outubro de 2007

O Iron Maiden vai voltar ao Brasil. A gravadora da banda acaba de confirmar duas apresentações no país no ano que vem. A primeira será em São Paulo (Arena Skol Anhembi, 02 de março) e a segunda, em Porto Alegre (Gigantinho, 05 de março).

O grupo virá ao país depois de shows na Colômbia e depois seguirá para a Argentina. O detalhe é que todos vão viajar num Boeing 757 customizado pelo grupo e pilotado pelo vocalista Bruce Dickinson.

“Fizemos isso devido à distância dos locais dos shows. Queríamos cobrir a maior distância possível, sem ter que ficar esperando nosso equipamento chegar. Dessa forma chegaremos a mais fãs em mais lugares, mais rápido”, comenta o cantor e piloto Dickinson.

Segundo informações da gravadora do Iron, a turnê será focada especialmente nos clássicos oitentistas da banda. A opção se refletirá tanto na seleção de músicas quanto no cenário, que será baseado na lendária produção de 1984-85 Powerslave Tour.

“O Brasil é um dos nossos lugares favoritos pra tocar. Freqüentemente nos perguntam quais são os pontos altos de nossa carreira e os shows do Rock in Rio sempre vêm à mente”, conclui o baixista Steve Harris.

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40 anos do primeiro Pink Floyd - ‘The piper at the gates of dawn’ ganha reedição de luxo

quarta-feira, 31 de outubro de 2007

Editado originalmente em 5 de agosto de 1967, The piper at the gates of dawn é o primeiro álbum da carreira do Pink Floyd e, apenas por isso, já é digno de atenção especial. Não é só: é também o único trabalho da lendária banda inglesa em que o genial e maluco Syd Barrett (1946-2006) participa do início ao fim, o que o torna ainda mais extraordinário.

O guitarrista e vocalista Syd Barrett foi quem sugeriu o nome do grupo, a partir de dois ídolos seus, os bluesmen Pink Anderson (1900-1970) e Floyd Council (1911-1976). Sete meses após o lançamento do primeiro LP, ele deixou a banda, devido a distúrbios mentais atribuídos ao uso de LSD (David Gilmour, que já tocava com a turma há algum meses, assumiu o lugar).

Com exceção de Take up thy stethoscope and walk (Rogers Waters), todas as composições de The piper at the gates of dawn são de Syd Barrett. O disco é psicodélico e espacial até a medula, de uma maneira que o Pink Floyd jamais conseguiu repetir em sua grandiosa trajetória no rock, mesmo porque, sem Barrett, a banda acabou tomando outros rumos musicais.

Merecidamente, The piper at the gates of dawn ganha uma cuidadosa reedição da EMI em formato de CD duplo (mas comercializado pelo preço de álbum simples): o CD 1 traz a versão em mono e o CD 2, em estéreo. Um encarte de 16 páginas coloridas, com fotografias e as letras das canções, acompanha o disco cuja remasterização foi supervisionada por James Guthrie.

Existe outra edição ainda mais bacana, editada na Europa, nos Estados Unidos e no Japão, em que, além das versões em mono e em estéreo, existe um terceiro CD com raridades e faixas-bônus. Entre elas, um take alternativo da viajante Interstellar overdrive, que tem quase dez minutos de duração e é toda instrumental. Biscoito fino para colecionador, claro.

Também em torno dos seus 40 anos de estréia, o Pink Floyd lança no próximo dia 26 no mercado internacional uma caixa comemorativa com 17 discos entre CDs e DVDs, contendo todos os álbuns da banda, raridades, entrevistas e clipes. Recentemente, David Gilmour descartou uma nova volta do grupo, explicando que no momento ele só pensa na sua carreira solo.

***

Ficha

Disco: The piper at the gates of dawn
Artista: Pink Floyd
Produção: Norman Smith
Gravadora: EMI
Preço: R$35 (em média)



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Carla Visi, Márcia Short e Cátia Guimma cantam juntas em Salvador

terça-feira, 30 de outubro de 2007

Na próxima quarta-feira, 31, acontece o projeto EME XXI, que irá reunir as cantoras Carla Visi, Márcia Short e Cátia Guimma. O show de lançamento será no palco do Restaurante Musical Tom do Sabor, a partir das 22 horas. O couvert artístico para assistir à apresentação custa R$ 30,00 (trinta reais).

O repertório será somado às experiências de cada uma e às tendências do universo pop baiano, trazendo antigos e novos sucessos da MPB e da música baiana.

Serviço

O quê: EME XXI - com Carla Visi, Márcia Short e Cátia Guimma
Quando: Quarta-feira, 31, às 22h
Onde: Restaurante Musical Tom do Sabor (100 lugares), R. João Gomes, 249, Rio Vermelho
Quanto: Couvert artistico: R$30,00 (trinta reais)
Reserva de mesas pelo telefone – 3334-5677

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Autores vivem a missão árdua de serem independentes na Bahia

segunda-feira, 29 de outubro de 2007

Poesia política, fantasia medieval, contos bucólicos. Não importa em que gênero um autor independente se arrisque, o caminho para publicar o primeiro livro não é fácil. Na maioria das vezes, sai do próprio bolso.

Peter Ângelo Oliveira Freire, 29, estudante de Letras com espanhol na Universidade do Estado da Bahia (Uneb), sempre gostou de ler histórias de mitologia – grega, nórdica e romana. A afinidade com a fantasia o levou a jogos de interpretação (RPG), onde, na função de Mestre, criava mundos alternativos onde os outros jogadores pudessem viver aventuras.

A imaginação rendeu, e Peter Ângelo viu que as histórias do RPG poderiam virar romance. Nasceu A Arca de Zândrus, saga em quatro volumes, sobre guerreiros tentando aprisionar demônios seculares libertados com o roubo de um lendário artefato.

O autor procurou várias editoras que têm atuação no segmento juvenil, como Rocco, Globo, Arx e Conrad, mas teve o projeto recusado por todas elas: “Não sou nenhum Paulo Coelho, não tenho referências de trabalhos anteriores. Sou baiano, mas não faço literatura regional, nem estou falando da minha vida sexual, como Bruna Surfistinha”, dispara.

Resolveu procurar as editoras sob demanda, no caso, a carioca Corifeu. “Entendo o receio, porque o investimento é muito alto, e, como não tenho nome do mercado, o livro deve ser barato”. Peter fez concessões no acabamento visual: as letras ficaram muito pequenas para que o livro coubesse em 250 páginas. Ainda assim, quem quiser comprar pelo site da editora, paga R$ 43.

No início, ele havia encomendado apenas 20 exemplares, mas conseguiu o apoio da Fundação Cultural e da Fundação Pedro Calmon para organizar um lançamento na Biblioteca Central dos Barris e uma noite de autógrafos na Bienal do Livro. Comprou mais 130 edições. Com os custos do coquetel de lançamento, gastou R$ 6 mil. Na estante, ainda tem 37 livros.

Alguns exemplares ele mesmo comprou para fazer divulgação. Na Bienal, vendeu barato, “para evitar a concorrência de best-sellers”. Está conseguindo escoar o restante com o boca a boca via internet. Nenhuma livraria de Salvador quis pôr A Arca de Zândrus à venda, a não ser em consignação, e em prateleiras escondidas: Não valia a pena”.

Peter Ângelo finaliza neste momento o segundo volume de A Arca de Zândrus, que deve lançar no ano que vem, novamente do próprio bolso. Ainda prepara dois livros. Um é de fantasia, na Inglaterra pré-Rei Arthur. O outro é uma história de racismo no Brasil Colônia. O autor atualmente trabalha como educador em um projeto social, mas não desiste de viver de literatura: “Quero transformar esse hobby em meio de vida”.

Regime Militar – Quem não tem o dinheiro em caixa para bancar a própria produção, arrisca outros modelos de negócio. Renaildo Pereira dos Santos, 38, mais conhecido como Reizinho, é diretor e professor de História de uma escola em Ibotirama, oeste do Estado. Publicou em 2001 o poema A Longa Noite, sobre o Regime Militar, em formato livro ilustrado, com uma estrofe por página, graças a uma “parceria cultural”.

Reizinho procurou a Fundação de Desenvolvimento Integrado do São Francisco, o Sindicato dos Trabalhadores do Serviço Público Federal e a Associação Brasileira dos Anistiados Políticos do Sistema Petrobrás e Demais Empresas Estatais e pré-vendeu 350 exemplares do livro, a R$ 10 cada. Com o dinheiro, pagou o livro, que tinha apresentação do ator Paulo Betti, que viveu o guerrilheiro Carlos Lamarca no cinema.

Seis anos depois, Reizinho pensa em reeditar o poema com capa preta, e publicar uma coletânea de poesia e um pequeno romance, já escritos. “Do bolso, não dá, porque fica muito caro, e já não tenho tempo de correr atrás”. Entre a escrita do original de A Longa e a publicação, o autor gastou dez anos no projeto.

Internet - Saulo Dourado tem 18 anos, e dois de seus contos já receberam prêmios internacionais. “Algemas em Seus Pulsos” e “Fuga ao Tema” venceram, respectivamente, os concursos da Associação do Prêmio Nacional de Literatura Juvenil Ferreira de Castro e do Prêmio Juvenil Correntes d‘Escritas, ambos em Portugal.

Natural de Irecê, Saulo se inscreveu para os prêmios via internet - ainda hoje, o principal meio de romper a bolha da falta de publicação. Por meio de um perfil no Orkut, ele manda a quem se inscrever um conto a cada dez dias, com o tamanho máximo de um scrap -1024 caracteres. Os textos também estão reunidos no blog do projeto, o “Escrepo-Conto”

Saulo tem uma coletânea de contos na gaveta, com histórias que variam entre o rural e o realismo fantástico. Espera um edital, ou talvez, fazer uma publicação independente. “Sei que não vou ganhar dinheiro sendo publicado por uma editora, afinal, sou um autor novo. Num primeiro momento, acho melhor partir pro corpo a corpo com os leitores, e tenho a vantagem de levar todo o dinheiro. A diferença entre o autor independente e o publicado por editora comercial é só de prestígio”.

Saulo estuda no supletivo noturno do Instituto Social da Bahia (ISBA), depois de ter abandonado o segundo ano por não acreditar muito no Ensino Médio. Passou seis meses parado, mas voltou a estudar para se preparar para o vestibular. Inscreveu-se em Filosofia, na UFBa, e em Letras, na Uneb.

Serviço:

A Arca de Zândrus – R$ 25 (em Salvador; para outras cidades, este valor mais frete).
mailto:arcadezandrus@gmail.com

A Longa Noite – Produtora Portifolio (Free Shop Rio Vermelho)

Escrepo Contos www.escrepo-contos.blogspot.com



I Festival Nacional de Teatro da Bahia

segunda-feira, 29 de outubro de 2007

Salvador sedia entre os dias 1 e 10 de novembro a 1ª edição do Festival Nacional de Teatro da Bahia. O Festival reúne diversos grupos e companhias de todo país e traz mais de 50 espetáculos a preços populares (R$ 8,00 e R$ 4,00) e entrada franca. Os espetáculos estão distribuídos em quatro mostras (mostra oficial, mostra da cooperativa, mostra universitária e mostra de teatro amador) e cinco categorias (rua, sala, animação, infanto-juvenil e adulto).

A abertura será no Teatro Castro Alves (TCA), com o sucesso baiano “O Sapato do meu Tio”. O Festival percorre durantes os dez dias os diversos locais de Salvador: os teatros da Sala do Coro, Teatro Vila Velha, Teatro Gamboa, Espaço Xisto Bahia, Teatro Gregório de Mattos, Teatro SESC-Pelourinho; e as praças do Campo Grande, Piedade, Tomé de Souza além do Cruzeiro de São Francisco e ruas do Pelourinho.

O que: I Festival Nacional de Teatro da Bahia
Quando: de 01 a 10 de novembro, às 20h
Quanto: R$ 8,00, R$ 4,00 e entrada franca



Paralamas e Titãs juntos na Concha

segunda-feira, 29 de outubro de 2007

As bandas Paralamas do Sucesso e Titãs se apresentam no próximo dia 11 de novembro (domingo), às 18h30, na Concha Acústica do Teatro Castro Alves (TCA).

Salvador será a segunda parada da nova turnê que comemora 25 anos de carreira da carioca Paralamas e da paulista Titãs. Em Salvador, o show terá participação de Carlinhos Brown e de Marcelo Camelo (Los Hermanos).

É a terceira vez que as duas bandas se juntam para tocar: o primeiro encontro aconteceu no Hollywood Rock em 1992 e, novamente, em 1999, em uma turnê em conjunto. Dessa vez, no entanto, as bandas estarão juntas no palco em 18 canções.

O que: Titãs e Paralamas
Onde: Concha Acústica do Teatro Castro Alves
Quando: 11/11/2007, às18h30
Ingressos: R$ 50,00 (inteira) / R$ 25,00 (meia) [primeiro lote de mil ingressos] / R$ 60,00 (inteira) / R$ 30,00 (meia).
Censura 14 anoa

Fonte: A tarde on line


A Bahia debate propostas e celebra a cultura em Feira de Santana

segunda-feira, 22 de outubro de 2007
 
 
 
 
Depois de percorrer 350 municípios promovendo encontros com mais de 35 mil pessoas e de ouvir a capital, a Secretaria de Cultura da Bahia reúne representantes de toda a Bahia na II Conferência Estadual de Cultura. No encontro, que acontece de 25 a 28 de outubro, em Feira de Santana, as propostas de políticas públicas para a cultura – já identificadas em cada território baiano – serão reunidas, visando a construção conjunta do Plano Estadual de Cultura. O evento também será uma grande celebração da diversidade cultural e da riqueza das culturas populares do Estado.

A Conferência será aberta dia 25, às 18 horas, no Campus da Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs), com a presença do ministro da Cultura, Gilberto Gil, do governador da Bahia, Jaques Wagner e do secretário estadual de Cultura, Márcio Meirelles. A solenidade terá apresentações de filarmônicas de vários municípios, corais e o início da criação da escultura do Projeto Terra, do artista plástico Juraci Dórea. Para fechar a noite com chave de ouro, está previsto o show de Tom Zé.

“Essa é a primeira vez que o Governo da Bahia inclui a população na construção de políticas públicas participativas para a cultura, cumprindo, assim, os objetivos da Secretaria de Cultura do Estado de descentralizar e democratizar as políticas e ações para todos os municípios do Estado, respeitando e reconhecendo a diversidade de cada território de identidade”, explica o secretário Márcio Meirelles, destacando que o encontro contará com representantes das comunidades quilombolas, dos povos indígenas e dos movimentos sociais ligados à terra.

Atividades

O segundo dia da Conferência (26/10) começa às 8h30 com um momento dedicado à infância. A musicista Lydia Hortélio faz a conferência Criança Nova, Criança Eterna. Oficinas de cultura infantil, rodas de brinquedos, de cantos e danças indígenas completam a programação. Também no dia 26, a partir das 10h, serão iniciados os debates sobre políticas setoriais de cultura a partir de sete temas (Expressões Artísticas, Patrimônio Imaterial, Patrimônio Material, Culturas Digitais, Radiodifusão e Audiovisual, Políticas e Gestão Cultural, Pensamento e Memória). Estão programadas apresentações de grupos populares de diversos municípios baianos.

O diretor teatral Zé Celso Martinez e o cantor Elomar são as grandes atrações do dia 27. Cantigas de roda, repentistas, bandas de pífanos, entre outras manifestações da cultura popular serão apresentadas. Estão previstos ainda painéis para a discussão de temas transversais à cultura, como economia, política, meio ambiente, tecnologia, educação, entre outros.

Antes da plenária final, quando serão compatibilizadas as propostas de todos os 26 territórios de identidade do estado, o diretor da Fundação Pedro Calmon, o professor e historiador Ubiratan Castro fala sobre a Bahia e sua história. Grupos de samba, bumba-meu-boi e burrinhas e outros grupos fazem uma grande apresentação para o encerramento do encontro.

PROGRAMAÇÃO (sujeita a alterações)

Local: Campus da Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS)
Km 03 – BR 116 – Bairro Novo Horizonte, Feira de Santana, Bahia.

1º dia – 25/10
17:00
Credenciamento de participantes
18:00 Chegada com filarmônicas
Sociedade Filarmônica Euterpe Feirense (Feira de Santana)
Filarmônica 25 de Dezembro (Irará)
Sociedade Terpsicore Popular (Maragogipe)
Sociedade Recreativa e Cultural 30 de Junho (Serrinha)
Sociedade Orpheica Lyra Ceciliana (Cachoeira)
Sociedade Filarmônica Lira Morrense (Morro de Chapéu)
Lira Popular Muritibana (Muritiba)

Início da criação de escultura do Projeto Terra de Juraci Dórea

19:00 Abertura oficial
Apresentação dos Corais da UEFS e do IRDEB
Relato do processo das Conferências de Cultura
Pronunciamentos:
José Carlos Barreto de Santana – Reitor da UEFS
Macota Valdina
Márcio Meirelles – Secretário de Cultura do Estado da Bahia
Gilberto Gil – Ministro da Cultura
Jaques Wagner – Governador do Estado da Bahia
20:30 Conferência Cultura e Ética - Marília Muricy
21:00 Show de Tom Zé
2º dia – 26/10
08:00
Credenciamento
08:30 Conferência Criança nova, Criança Eterna - Lydia Hortélio
10:00 Início do trabalho sobre Políticas Setoriais de Cultura
Expressões artísticas
Patrimonio Imaterial
Patrimônio Material
Culturas Digitais
Radiodifusão e Audiovisual
Políticas e Gestão Cultural
Pensamento e Memória
Oficinas de Cultura Infantil (para professores da UEFS)
12:30 Intervalo de almoço
Ganga Zumba (Feira de Santana)
Grupo Cultural Lata Mirim – Tijuaçu (Senhor do Bonfim)
14:00 Retorno do trabalho em grupo
17:00 Plenária
18:00 Celebração Cultural
Rodas de Brinquedos
Rodas de cantos e danças indígenas
20:00 A Dança dos Caboclos (Carinhanha)
21:00 Palco Aberto para artistas do Portal do Sertão
3º dia – 27/10
08:00
Chocalho de cabra (Feira de Santana)
Malhada Nova (Santa Bárbara)
08:30
Conferência O Brasil e a Terra - Zé Celso Martinez
Mulheres de Valente - Cantigas de Rodas (Valente)
10:00 Painéis sobre temas transversais (Cultura e Campo, Cidades, Economia, Política, Turismo, Meio Ambiente, Educação, Tecnologia, Juventude e Gênero)
10:50 Início do trabalho em grupos sobre políticas transversais
12:30 Cantos de Trabalho:
Malhada Nova (Santa Bárbara)
Pilão de Lafayete Coutinho (Lafayete Coutinho)
Intervalo de almoço
14:00
Zabiapunga Adulto (Nilo Peçanha)
Retorno do trabalho em grupo
17:00 Plenária
Repentistas - João Ramos e Caboclinho (Feira de Santana), Gutemberg e Sérgio (Salvador), Ceará Violeiro (Feira de Santana)
18:00 Celebração Cultural
Banda de Pífanos – Seabra, Bendegó, Andorinha, Zabumba (Bom Jesus da Lapa)
21:00 Show Elomar
Terno de Reis (Lençóis)
Companhia de Danças e Folguedos (Salvador)
4º dia – 28/10
08:00
Aboios (Riachão do Jacuípe)
Conferência A Bahia e sua História - Ubiratan Castro
Nêgo Fugido (Santo Amaro)
09:30 Plenária Final
11:00 Encerramento dos trabalhos
12:00 Celebração Cultural
Lindro Amor (São Francisco do Conde)
Barravento (Salvador)
Samba Raízes de Sto Amaro (Sto Amaro)
Sambadores de Mutá (Salinas das Margaridas)
Samba de Roda Suerdick (Cachoeira)
Samba de Roda de Mestre Avelino (Muritiba)
Barquinha de Bom Jesus dos Pobres (Saubara)
Bumba-meu-boi (Taperoá)
Bumba-meu-boi (Araci)
Burrinha (Irará)
Burrinha Mirim das Pedreiras (Ituberá)

Fonte: Secult - ascom@cultura.ba.gov.br

1º FESTSOL – Festival Ensaios da Terra do Sol, “O Som que sai do Sol”

segunda-feira, 22 de outubro de 2007

No espaço das possibilidades rítmicas, melódicas e harmônicas, surge um festival de música popular e encontrou ressonância no futuro II ENLLIJ – II Encontro Nacional de Leitura e Literatura Infanto-Juvenil - UESB - UNIVERSIDADE ESTADUAL DE SUDOESTE DA BAHIA – que abrigará o festival dentro de sua programação de 1º a 4 de maio de 2008.

O 1º FESTSOL – Festival Ensaios da Terra do Sol, “O Som que sai do Sol” É um festival de composições inéditas, voltado a todos os gêneros e estilos da música popular brasileira e tem como objetivo fazer o intercâmbio de experiência entre músicos, compositores, intérpretes, poetas e artistas que venham a valorizar a produção musical e cultural de Jequié e Região.
A realização do I Festival de Música Ensaios da Terra do Sol - “O Som que sai do Sol”, foi idealizado para descobrir e incentivar as aptidões musicais dos nossos músicos, bem como promover o intercâmbio sócio-cultural que solidifique raízes para o fortalecimento financeiro na área musical entre os diversos setores da nossa comunidade,abrangendo artistas escolares, acadêmicos e conjuntos musicais independentes.
O I Festival de Música Ensaios da Terra do Sol - “O Som que sai do Sol” - desencadeará um processo de educação musical, artístico-histórico e cultural de nossa cidade e região, evidenciando a importância da música como fundamento de equilíbrio e de desenvolvimento integral.
A música precisa ser analisada a partir da sua importância cultural e educativa, pelo que representa a genialidade da sua criação. As apresentações serão avaliadas por uma Comissão Julgadora integrada por músicos, produtores, radialistas, jornalistas, artistas e pessoas ligadas à arte e à cultura em geral, que serão indicadas pela Comissão Organizadora do Festival.

Maiores informações: festsoljequie@gmail.com