Polo Cultural
Casa da fazenda do Morumbi
São Paulo - BRASIL

Polo Cultural
Casa da fazenda do Morumbi
São Paulo - BRASIL

O brasileiro é um povo extrovertido e com muito senso de humor. A prova disso são os trabalhos de cartunista de Jequié e de outras paragens do Brasil que estão expostos no Museu Histórico da cidade, no 1º Salão de Humorismo da instituição, que começou ontem e vai até a primeira quinzena do mês de abril. Lá, você verão também momentos engraçados de personalidades de nossa Cidade Sol, através de desenhos e recortes de jornais, sempre com criativas contextualizações verbais. Sem dúvida, esse é mais um bom motivo para você e sua família visitar o museu.
“A exposição é um local para a gente se sentir alegre, rir. O senso de humor é cultura também. Por exemplo, a charge, a caricatra fazem parte da cultura. O nosso museu, apesar de seu caráter histórico, é também cultural”, explica Raymundo, Diretor do Museu e organizador do Salão.
Por Gidasio Silva
Daniela Castro
A sugestão só não vale para amanhã, Sexta-Feira da Paixão. Mas, quem tiver tempo, pode dar uma passadinha em um dos museus da cidade hoje mesmo ou se programar para um tour cultural no Sábado de Aleluia ou no Domingo de Páscoa, quando a maioria dos espaços estará novamente com as suas portas abertas ao público.
Entre as exposições que têm dia marcado para sair de cartaz, vale aproveitar a oportunidade para conferir as atrações do Museu de Arte Moderna da Bahia (Apagador e Mostra Itinerante), Museu de Arte da Bahia (A Bahia na Época de D. João – A Chegada da Corte Portuguesa 1808-2008) e Palacete das Artes (Arte Brasileira no Acervo do MAC USP).
Além de exposições temporárias, uma boa opção é ver (ou rever) os acervos permanentes de museus como o Carlos Costa Pinto, que abriga peças oriundas da coleção de Carlos de Aguiar Costa Pinto (1885-1946). Quem for ao local, ainda pode dar uma volta na Biblioteca Margarida Costa Pinto e no Balangandan Café. A dica vale também para o Museu Abelardo Rodrigues. Já o Museu de Arte Sacra da Ufba permanecerá fechado no feriado, só retomando as atividades na segunda. O Museu Geológico da Bahia também entrará em recesso, reabrindo somente na terça.
Hector Julio Páride Bernabó, artisa plástico que sempre se assinou carybe, nasceu em Lanús, na Argentina, em 1911, Naturalizou-se brasileiro em 1957, Famoso por sua dedicação ao folclore braiano, abordados de maneira estabilizada, Carybé morreu em Salvador, em 1º de outubro de 1997.
Intelectual e multiartista baiano, Rogério Duarte é artista gráfico, músico, compositor, poeta, tradutor e professor. Nascido em 1939 em Ubaíra, no início dos anos 60 ele se mudou para o Rio, onde cursou arte industrial, tendo sido aluno de Max Bense. Autor dos cartazes de dois filmes de Glauber Rocha, “Deus e o diabo na terra do sol” e “Idade da terra”, tambêm criou, deste último, a trilha sonora. Entre os vários artistas para os quais fez capas de discos, contam-se Gilberto Gil, Caetano Veloso, João Gilberto, Jorge Ben e Gal Costa.
Rogério Duarte foi um dos mentores intelectuais do Tropicalismo, mantendo estreita relação tanto com o lado poético-musical (Caetano, Gil, Torquato etc.) do movimento quanto com seu lado plástico (Hélio Oiticica). Nessa fase compôs músicas com Caetano e com Gil. Esquerdista, acabou sendo preso e torturado.
Datam do final dos anos 60 suas primeiras incursões pela religiosidade oriental. Quase uma década depois, aderiu ao hinduísmo.
A poesia conserva seu encanto e mistério. Mesmo não sendo um gênero literário popular, ainda desperta e seduz muitas pessoas, mesmo nesse tempo globalizado de muitas opções de entretenimento e lazer, principalmente na mídia. Paulo Sérgio é um desses jovens que, mesmo nesse ambiente, desenvolveu o gosto pela leitura e descobriu vários escritores e poetas em suas viagens literárias.
A sua produção poética começou por acaso. “Comecei a compor a partir de 2006, no mês de junho, quando formei uma banda de Pop Rock, A Promessa, cantando músicas do Engenheiro do Hawai. Esse foi um período de muita inspiração. A banda durou apenas 5 meses e continuei escrevendo”, completa
Em sua criação literária, Paulo constantemente lembra os poetas e bandas musicais de sua preferência. “As minhas poesias falam muito de Manoel Bandeira e Vinicius de Moraes. Considero geniais estes dois poetas. Gosto também de introduzir trechos de músicas em meus textos, principalmente do Engenheiro do Hawai, Legião Urbana e Los Hermanos”, acrescenta.
Paulo Sérgio, jequieense, nascido em agosto de 89, estudante do 2º ano do ensino Médio do Colégio Luiz Viana, é um leitor voraz. Quase sempre um livro o acompanha até em suas caminhadas nos afazeres do dia-a-dia. Tem o mesmo ímpeto para escrever. Agora ele já está se enveredando para a prosa, ensaiando uns contos. Porém, o poema é o forte de sua produção. Já tem mais de 130 poemas escritos. “ No mês de outubro desse ano eu compus 40 poemas, foi uma irrupção. Não parava de escrever. Às vezes até o sono eu perdia”, revela.
Igual a todos as pessoas que criam artisticamente, Paulo tem o sonho de um dia publicar seus trabalhos e ver gravadas suas composições musicais da época da banda e as que ele cria em vários momentos.
Mesmo com essa vontade, ele tem consciência de que tem muito a aprender se quiser se enveredar pela carreira artística. “Sou um eterno aprendiz. Mesmo assim escrevo. Poeta deixa para quem merece receber esse título importante. Eu gostaria de dominar as técnicas do fazer poético. Acho fundamental. Por isso estou lendo cada vez mais”, conclui.
Leia uma pequena mostra do trabalho desse jovem que pede licença humildemente para entrar no mundo da literatura. Sua atitude já é digna de louvor. O tempo vai dizer se o “aprendiz” se transformará num mestre. Leiamos, então.
DIA DE SÃO NUNCA
Procuro a minha amada
Que por tanto amor
E tanta dedicação vã
Eu largarei todos os vínculos
Que não foram feitos
E a partir do dia
Que nunca existirá
Eu deixarei de amar o que existe
Prometo a amada da minh’alma
Que tudo será diferente
E que no oitavo dia da semana
Do décimo terceiro mês
Eu direi aos quatro cantos
Desse vasto mundo:
Eu não te amo…
E com os olhos duros
Eu sentirei a sua face pela última vez.
NA FALTA DO QUE FAZER
Andei por terra desconhecida
Terra dos meus conhecidos
Andei à procura de paz
Vi meu sonho feito em cimento
Mas não vi o mais importante:
Meu sonho feito em carne e osso
O sonho que me levara até ali
A razão que mora numa terra desconhecida.
Criatividade é o que não falta ao grafiteiro Edvaldo Nascimento Santos, 49. Profissional que instalou uma oficina improvisada no pátio das Faculdades Integradas de Jequié, onde está pintando para estudantes da instituição e para a comunidade. O trabalho chama a atenção pela originalidade, são feitos com grafite em pó, em barra, e lápis acadêmico, outros em caneta esferográfica.
A técnica utilizada, que atrai a curiosidades das pessoas, lembra o tempo em que a fotografia ainda não existia e os retratos eram pintados. Apesar de atuar no mercado há três décadas, somente a partir dos anos 90 Edvaldo Santos passou a expor sua arte em repartições, faculdades, shoppings e geladeiras. Ele vive em Jaguaquara e municípios da região, mas suas obras são conhecidas até no exterior (Estados Unidos, Canadá, França e Japão). Ele retrata personalidades políticas e artísticas.
A I Semana da Consciência Negra, organizada pela União dos Negros de Jequié, foi aberta no dia 20, com a exibição do filme Hotel Ruanda, na Casa da Cultura Pacífico Ribeiro, com a exposição de elementos da Religião de Matriz Africana, Capoeira e Maculelê, no Museu Histórico de Jequié. Nos dias 21e 22, foi exibido o documentário Quilombos da Bahia, na Casa da Cultura. No Centro Educacional Presidente Médici, foi realizada a exposição da Vitrine Viva dos Orixás, painéis, fábulas africanas, palestras e degustação de comidas típicas. Constam ainda da programação, na Sexta-feira, dia 24, exibição do filme O Jardineiro Fiel, direção de Francisco Meireles, no Centro de Cultura, seguida de Mostra Cultural na Praça Rui Barbosa, com exposição de elementos da religião de matriz africana, capoeira, maculelê e apresentação do afoxé Filhos do Congo. A mostra terá continuidade no Sábado, no mesmo local.
Na Quarta-feira, dia 29, a programação será encerrada com uma sessão especial, às 19:30h na Câmara de Vereadores, exposição da pesquisa sobre “O negro no mercado de trabalho”, apresentações culturais e homenagens a pessoas da comunidade que contribuem para o fortalecimento das ações afirmativas na luta pela consolidação das políticas de promoção da igualdade racial.
Por ASCOM

A luteria (Lutheir) é uma manifestação artística que engloba a produção e reparo, de um modo artesanal, de instrumentos de corda com caixa de ressonância, tal como o violão, guitarra, baixo viola e violino.
A forma mais comum de denominar os que exercem esta profissão é de luthier, liutaio, luteiro ou lutiê.

Tais palavras tiveram origem na construção do alaúde, que em italiano se chama liu, portanto, liutaio significa quem faz alaúdes.
A melhor referência que se pode dar de liutaio é Antonio Stradivari, ou Stradivarius, como era conhecido. Aqui na nossa cidade temos um grande profissional nessa área, o nome dele é Luiz Carlos (Luthier) como é conhecido em nossa cidade.
Oficina de Luteria Luhiz
Luiz Carlos Silva, 38 anos, residente em Jequié-Bahia, Profissão – Luthier
Especialidade
Criação e Fabricação de Guitarras e Baixo.
Repero de instrumentos de corda.
Principais Clientes:
Marcos, Banda Shalom, Itabuna - Bahia
Adson Sodré, Guitarrista, Jequié - Bahia
Alan, Banda Badalada, Salvador - Bahia
Saulo, Baixista, Minas Gerais
Junior Blea, Baixista, Salvador - Bahia
Deivid, Banda Promessa D, Jequié - Bahia
Seus trabalhos estão sendo enviados para toda Bahia e outros estados (Paraíba, São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Brasília – DF, dentre outros.

Contato:
Luiz Carlos (Luthier)
Tel. (73) 3525-0219
e-mail: luizluthier@hotmail.com
Thiago Gondim
Nayana Mauro
César Zama