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Secretaria de Educação abre inscrições para concurso de redação

domingo, 1 de junho de 2008

Estão abertas até 4 de junho as inscrições para o concurso de redação da Secretaria de Educação do Estado, voltado para estudantes de escolas públicas municipais e estaduais, da 5a. à 8a. série. O tema é Independência da Bahia.

Para se inscrever, o aluno deve preencher a ficha na própria escola, que encaminhará a lista de candidatos às Diretorias Regionais de Educação (Direc). Os inscritos devem escrever a redação na escola, entre os dias 5 e 6 de junho.

Cada escola seleciona o melhor trabalho, segundo critérios de adequação lingüística, coesão e coerência textual, conteúdo adequado ao tema proposto, correção gramatical, criatividade, estilo, estrutura textual e vocabulário.

Depois, o trabalho escolhido é enviado à Direc, que define o vencedor geral. O primeiro colocado ganha um computador. O segundo e terceiro levam uma mochila literária personalizada. Outras informações pelo telefone (71) 3115-9010 .

Centro de Cultura ACM

quinta-feira, 13 de março de 2008

CENTRO DE CULTURA A.C.M - JEQUIÉ
(parceria com a Prefeitura de Jequié)

  Centro de Cultura A.C.M, em Jequié, tem capacidade de receber 518 pessoas. O espaço com ar condicionado, tem um palco com 9 m X 12 m e a dimensão do procênio é de 10 m. Conta com três camarins, uma sala de ensaio, uma de exposição e equipe técnica de quatro pessoas, equipamento de cinema, iluminação e som além de um foyer com 370 m2. Trabalha no regime de cessão de pautas.

Praça Duque de Caxias, s/n - Jequiezinho
CEP 45200-000 - Jequié - Bahia

(73) 3526 - 8045 / 8048

 

Centro de Cultura Antonio Carlos Magalhães - Jequié

 

AUDITORIO WALY SALOMÃO - UESB - JEQUIÉ

quarta-feira, 12 de março de 2008

Miguel Mensitieri

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

 MIGUEL ANGELO MENSITIERI ALMEIDA

Baiano de Jitaúna

Tem quatro livros prontos para publicação. Funcionário da Assembléia Legislativa do Estado da Bahia há 24 anos e desenvolve atividade técnica na área de criação e revisão de textos. É revisor e redator. Atividades nas áreas de literatura, teatro, música, literatura de cordel e crítica literária.

O SOM QUE SAI DO SOL

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

Os festivais de música popular têm revelado grandes talentos, e o I FESTSOL  ( 1º Festival Ensaios da Terra do Sol – O Som que sai do Sol ) poderá modelar na argamassa musical novos rebentos sob um clima que invade as raízes melódicas da península ibérica cruzando-as com os ritmos africanos para, num retoque final, aplicar o matiz impressionista da harmonia brasileira; nesse sonoro planetário, o poente se funde com a  nota musical.

Não se deve deixar de lado a plasticidade dos acordes. Quando o músico domina seu espaço e torna-se repetitivo, ainda que ágil na execução do seu instrumento, tudo fica tão claro e monótono que a imaginação ousa tatear uma perspectiva sem conexão com  sistemas conhecidos, e o artista sob incontrolável impulso segue ao encontro da antítese  (composição à margem do convencional), que poderá despertar a platéia ao toque do inusitado.

A música pode até sugerir a presença de certos sentimentos, mas está acima de qualquer preconceito; ela confere intensidade ao lirismo e à dramaticidade.  Quanto aos valores morais que saltam de alguns versos, tal fato parece fragilizar a idéia de que a musicalidade é inatingível moralmente. Segundo Thiago Gondim e César Almeida, dois agentes culturais profundamente envolvidos na organização do FESTSOL, qualquer expressão musical será bem-vinda.

É bom lembrar que a explosão de valores contestatórios da década de sessenta teve como base os festivais de música popular, num período em que se misturavam a esquerda festiva, a combativa, os livres pensadores e vários segmentos explorados pelos senhores do capital que, por sua vez, trocavam figurinhas e outras coisas mais com a sangrenta ditadura militar ora em plena atividade. Aqueles festivais registraram não só artistas de alto nível, senão também movimentos político-sociais que, anos depois, organizaram-se e consolidaram de vez a democracia em nosso País. De Geraldo Vandré a Caetano Veloso; de Para não Dizer que não Falei das Flores a Alegria, Alegria, os caminhos ideológicos cruzavam-se, como se a sensibilidade de um século inteiro explodisse numa década, provocando grandes transformações; época de intensa concentração de estímulos sobre os espíritos, sobretudo os revolucionários. Dificilmente teremos nas primeiras décadas do atual século festivais como aqueles dos anos sessenta. Não há em perspectiva cenário de mudanças radicais capaz de levar às ruas grupos organizados de militantes políticos de esquerda; já não se vê um teatro que alcance qualquer platéia; já não se ouvem os tiros da violência politizada nas telas dos cinemas, pois quase não existem cinemas, nem velhos nem novos, o que há é a violência banalizada e a televisão que sobrevive em parte deste processo destrutivo e bestial, mostrando em formas melodramática e tragicômica um país de assaltantes, drogados e corruptos entre imagens estereotipadas para exportação. Sobre todo esse caos sobrevive o saudosismo, sentimento em estertor que não produz um grama de adrenalina.

As novas gerações prometem recriar com atos e palavras os ecos culturais do século XX, assim, teremos no horizonte de maio deste ano o FESTSOL, um festival de música popular muito bem estruturado.

Obviamente, diante desse futuro quadro lítero-musical, podemos afirmar que um festival é universo que se recompõe periodicamente com a mesma matéria de que é formado: artistas, agentes da cultura, instituições patrocinadoras, mídia e artistas; universo sonoro em transformação, quando se trata da produção artística, e que se multiplica em Feira de Santana, Vitória da Conquista, Irecê, Lapa, Salvador, Juazeiro e várias outras cidades. Já houve importantes festivais em Jequié, e em maio surgirá mais um: O FESTSOL– evento que pretende recuperar a memória de excepcionais compositores, cantores, instrumentistas e poetas não só filhos de Jequié, mas de outras regiões.

                                         Miguel Mensitiere

Poesias campeãs

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

      

GRAMATICAL  CANÇÃO
 
 
                                                               ( Miguel Mensitieri )
 
 
 (1º lugar no Concurso Germano Machado de Poesia - Salvador-Ba. 2003 )
 
 
 
                          Nascer com o sol
                          de um substantivo maior
                          e adjetivar um acorde
                          com a tônica forte de fé.
 
                          Pôr um traço de união
                          entre as pessoas do verbo
                          e coordenar as idéias
                          para atenuar períodos
                          compostos por subordinação.
 
                          Romper elos,
                          libertar interjeição
                          e guardar a chave
                          na cedilha da ação.
 
                          Preposicionar um espaço
                          para a conjunção dos astros,
                          onde o sujeito,
                          oculto na oração,
                          possa aparecer inteiro
                          entre os verbos desta canção.
 
 
 
 
 
 
 
                                    
    CORTE
 
 
 
                                                                    Miguel Mensitieri
 
 ( 1º lugar no Concurso Germano Machado de Poesia - Salvador-Ba -2003 )
 
                                       
                     Drama de vôo 
                                          não é por falta de ar,
                                          vem de ser pássaro na vontade
                                          e não decolar;
                                          ser gente na esperança
                                          e não pousar;
                                          ser pele na lembrança
                                          e não suar.
 
                                          A extensa pista
                                          transpira formas e movimento,
                                          como se luz e metal
                                          fossem necessários
                                          à inspiração;
                                          como se do ronco das turbinas
                                          a composição dramática 
                                          de uma viagem.    
 
 
 
 
 
                           SUBSTANTIVO FEMININO
 
 
                                        Miguel Mensitieri
 
 ( 1º lugar no Concurso Germano Machado de Poesia - Salvador - Ba -2003 )
 
 
 
 
                                           Um espaço físico
                                            é diferente de fico.
                                           De nada vale
                                           a semelhança sonora
                                           e a perfeita linha rítmica
                                           se lá como aqui
                                           incompleto existo.
                                           Todas as fómulas
                                           não estão para tirar-me
                                           do mesmo vão.
                                           Tanto faz pesar a matéria
                                           como transmutar o sentido,
                                           não é questão de lógica e semântica,
                                           mas de PAZ.
 
 
 
 
 
                                        DOIS  EM  UM
 
 
                                                                        Miguel Mensitieri
 
 
            ( 1º lugar no Concurso Germano Machado de Poesia - Salvador-Ba. 2003 )
 
 
 
                                             Dois corpos:
                                 o primeiro é irrequieto.
                                 o segundo,
                                             qual lâmina,
                                             brilha estático e certo.
                                 Um
                                             parece ter plena noção
                                             do desprendimento,
                                             liquefaz tremores,
                                             dobra a vontade,
                                             captura a linha
                                             e molda uma meta;
                                  o outro,
                                             tal istmo umbilical,
                                             observa e reflete.
 
 
 
 
                                    
                                MARGENS & IMAGENS
                                                                                                                      
                                                                                Miguel Mensitieri
 
( 1º lugar no Concurso Germano Machado de Poesia-Salvador-Ba-2003 )    
 
 
                                        A rima como recurso sonoro  
                                       não minimiza a expressão de dor,
                                       quando muito tonifica as violas
                                       ao apelo ribeirinho.
                                       Eu queria compor o curso das águas,
                                       onde o corpo dramático
                                       se transmutasse em rio-poema
                                       e, como tal, abrisse suas margens
                                       a afluentes salvadores.
 
                                       Assim como planto a vontade
                                       entre o húmus que floresce
                                       para o sustento do homem,
                                       tento nadar em ritmo certeiro
                                       contra a fúria predatória,
                                       mas sou assoreado
                                       em meio a tocos de madeira
                                       e restos de produtos químicos.
 
                                                                    
                                       Outra é a química dos versos
                                       e se contamina
                                       traz o antídoto na primeira tônica;
                                       outra é a água do poema
                                       – sacia os ouvidos e irriga o solo
                                       das conotações. Mas é no rio
                                       que a vida bebe e do seu vale
                                       colho livre expressão.

I M P R E S S Õ E S

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

            

  O clichê de país exótico aplicado ao Brasil, se por um lado age como fator de desalento para os que sonham singular estética, por outro, serve aos propósitos mercantilistas que têm como suporte o discurso publicitário, com seu eficaz poder de argumentação afetiva.   A exportação das nossas multicoloridas banalidades reduz o país a um quilométrico sanduíche de mulatas, escolas de samba, futebol, praias, floresta tropical e nativos indolentes. Tal atitude reducionista é concessão aos baixos  instintos, basta verificar as denúncias sobre a indústria do turismo sexual, com o crescimento da prostituição infanto-juvenil. Desta perspectiva, assiste-se passivamente à implantação de prostíbulos que, lenta e gradualmente estrelados, poderão assumir dimensão continental, com ênfase na pedofilia.                       A imagem do exótico aparece em citações e teses sobre o Brasil, minimizando-o no que diz respeito aos novos parâmetros do conhecimento. Indiscutivelmente, nossa produção cultural traz em seu bojo elementos transformadores, até mesmo no confronto com a estética da miséria social, e isto não representa o exótico e o mágico. Consagrados críticos norte-americanos e europeus abordam superficialmente a Semana da Arte Moderna, deste período em diante, poucos poetas e escritores são lembrados. Há certa indiferença por nossas instituições culturais e até pelo avanço da literatura a partir de Machado de Assis, seu mais representativo cânone. A presença de uma política cultural capaz de minimizar as barreiras lingüísticas que inibem a expansão do nosso idioma é fundamental, e a conquista do Nobel por José Saramago foi importante passo neste sentido. Regionalizando o discurso, devo dizer que os representantes da Academia de Letras de Jequié podem realizar novas publicações através de incentivos fiscais destinados à produção cultural, fruto de acordo firmado entre governo e iniciativa privada e que indica resultado positivo acima do previsto. A Academia, para sair do marasmo caracterizado por esporádico lançamento de livros e raros concursos, deve promover ampla discussão sobre cultura. Há um aspecto elitista que parece estratificar essa instituição, projetando-a como algo acima do bem e do mal, imobilizando-a como se templo consagrado ao saber absoluto. Tal caráter inibe eventual contato entre a produção acadêmica e o público. Urge democratizá-la literalmente, popularizar o espaço das relações interpessoais; necessário dissipar certo ranço aristocrático, incompatível  com o avanço do humanismo. Muitos acadêmicos percebem que a atividade intelectual, entre outros propósitos, visa à eliminação de estereótipos para a superação da consciência ingênua, mas, paradoxalmente, afastam-se da missão de varrer preconceitos, deixam-se estereotipar. Quanto ao potencial de criatividade, creio que não basta o talento puro, é preciso transpor os limites do orgânico; não é fácil registrar e sistematizar o sentido da experiência, sem apoio de sólido conhecimento sobre a matéria de que se trata. Por outro lado, os títulos acadêmicos não são suficientes se o laureado não se abre ao ritmo da intuição nem exercita a capacidade de decodificar uma composição.                                               

 Miguel Mensitieri

Jequié, outubro/2002   

II ENLLIJ

sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

 II ENLLIJENLLIJ ( Encontro Nacional de Leitura e Literatura Infanto-Juvenil ) LOCAL: UESB – UNIVERSIDADE ESTADUAL DO SUDOESTE DA BAHIA DATA: 01 A 04 DE MAIO DE 2008 JEQUIÉ - BAHIA Deve-se evidenciar que este projeto alcança principalmente a área de letras não só como estímulo para os escritores da região, senão também para todos os participantes do evento. Atrela-se a esta proposta uma perspectiva de criação impulsionada pela vontade de se estabelecer um pólo permanente para a produção lítero-musical.   Revelar valores é o principal objetivo do projeto, isto porque ecoa em nossas ruas uma sonoridade da alma, e esse eco centrípeto nos atinge com tal intensidade que resolvemos viajar na matemática de sua expansão, isto é, invertendo seus aspectos físico e dramático, ele deixará a condição de apelo interior para tornar-se um grito permanente, realidade explosiva. Nossos artistas plásticos, músicos, teatrólogos, atores e artesãos terão oportunidade de sair das ruas, onde, para contrariar a lógica formal, estão matando cachorro a grito. Possivelmente surgirão novos talentos em meio à ebulição cultural promovida pelo II ENLLIJ (Encontro Nacional de Leitura e Literatura Infanto-Juvenil). Infelizmente este breve texto não comporta eventual lista dos nomes de dezenas de importantes artistas jequieenses que, não obstante expressivo potencial criativo, lutam por um espaço aberto à dinâmica e agilidade dos dedos na relação com os instrumentos musicais; aberto à voz que canta e declama; um espaço onde os braços da literatura possam construir um círculo protetor de todas as artes. De sorte que Jequié, nesse II ENLLIJ (Encontro Nacional de Leitura e Literatura Infanto-Juvenil) , terá a rara oportunidade de construir uma base de esperanças que lançará cultura e artes integradas para todo o País; base solidamente articulada em condições materiais e estéticas. E se a esperança, como metáfora, dissolver-se em sol maior logo tomará corpo como composição de belas imagens com a marcante tonalidade da paz.  Miguel Mensitieri  

Informações:

www.celeitura.com.br/enllij

Equipe Rádio Sudeste

www.radiosudeste.com.br

festsoljequie@gmail.com

ENTRE JOIAS E DIAMANTES - LANÇAMENTO NO 1º ENLLIJ

quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

 

APRESENTAÇÃO

 

Faça a luz! E a luz se fez. Gen. 1,3

 

Com a palavra, Deus criou o mundo, iluminando e ficou feliz com sua criação… com a palavra,  Jesus anunciou a Boa- nova, curou doenças e entronizou o amor como princípio…

 

Em nome da palavra, muitos se tornaram profetas, inaugurando um novo olhar sobre existência terrena. Algumas novas práticas e um outro jeito de (re) ligar o homem à esfera divina… Em nome da palavra, uns (re) viveram e outros ganharam vida eterna…

 

Tudo isso está na História… Tudo isso vem sendo recitado ao longo dos anos, confirmando diariamente o poder do verbo, sua função revitalizadora e sua potencialidade criativa…

 

Nesse sentido, na Filosofia, estudiosos, como Walter Benjamin, apontam a função adamítica da linguagem. Para ele, o trabalho nomeador que Adão fazia no Paraíso, quando precisava dar nome a tudo o que cercava, é o trabalho que precisamos fazer, agora, para recuperar a dimensão primordial do nome que é a de produzir o máximo de significado.

 

Entre Jóias e Diamantes, Diva quer fazer esse trabalho poético. Seu exercício de criação ilumina sentidos e organiza uma oração de quem está o tempo todo Conversando com o Senhor: no caminho de Idílios, na chegada ao trabalho diante de um Mimo Derramado, nos acontecimentos cotidianos salmodiados e nas Leituras de Amor…Seus poemas, salmos e histórias falam de uma devoção encantada por um fenômeno da natureza, pelas estações bíblicas, por um evento religioso… Em tudo, ela sente o Perfume de Deus

 

Não raro, suas palavras assumem as cores e os movimentos dos Raios róseo-dourado que atravessam as nuvens claras e que singram o infinito ao sabor/de uma suave/doce brisa matinal…

Seus versos podem ser um mimo do céu, porque

 

As flores do jardineiro

Colocadas por mim

Estavam caídas,

Derramadas sobre a mesa,

Num estilo original!…

Fiquei pensamento, Senhor,

Naquele mimo do céu,

Espalhado sobre a mesa,

À semelhança de outro mimo,

Teus carinhos em forma de graça

 

Assim, Diva dá a conhecer seus diamantes, suas jóias, sua pérola mais rara: preciosa imagens, palavras que apontam o Destino de uma viagem: o coração de Deus… Sua voz é a voz de quem prova, diariamente, o Sabor de Ressurreição e se mantém A Caminho da Esperança, porque, apesar do Nostálgico Crepúsculo e de Seca mais Seca, ela sabe que O Amor vencerá e que é possível fazer da vida um Poema da Felicidade.

 

Nesses termos, Diva escreve o seu gêneses, iluminado significados a dando à luz um universo de valores religiosos: um verdadeiro Salmo de Louvor e Gratidão. Podemos, aqui, ouvir, com clareza, os sons de um Amor Supremo, as notas de um Relicário e a melodia sacra de uma espiritualidade infinita…

 

Que Ducarmo fique feliz com sua criação! Que os leitores, deste livro, experimentem, Nas profundezas do Espírito, esse Flor do Amanhecer e façam, com ela, uma Boa Páscoa!

 

Profª Drª. Maria Afonsina Ferreira Matos

Estação da Leitura