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Radiohead convoca fãs para criar novo clipe da banda

quarta-feira, 19 de março de 2008

 Agencia Estado Depois de permitir aos fãs que decidissem quanto queriam pagar por seu último álbum (In Rainbows, 2007), a banda de rock britânica Radiohead pagará US$ 10 mil para o fã que criar o novo videoclipe do grupo. A competição online começou ontem e terminará em 27 de abril, quando deve ser anunciada a escolha da melhor animação para qualquer faixa do novo álbum.

A gravadora TBD Records, a emissora Cartoon Networks Adult Swim e o portal de animação Aniboom.com estão patrocinando a disputa. Um corpo de jurados e uma votação online decidirão os finalistas junto com a banda.

In Rainbows, 7º álbum do Radiohead, foi lançado para download em outubro de 2007, meses antes do lançamento no formato físico em CD e vinil. O download pôde ser feito de graça no site do grupo, numa decisão pioneira para a indústria fonográfica.

Ebenézer Car

sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

Ebenézer Car - até aqui nos ajudou o senhor.!

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Bela Diana Krall

quarta-feira, 31 de outubro de 2007

A pianista e cantora canadense Diana Krall, 42, é a mais bonita e elegante cantora do jazz suave. Não é exagero dizer que ela popularizou o smooth jazz (como dizem os americanos) com suas interpretações calmas e melodiosas, sem qualquer aproximação com o improviso, com o bebop ou sequer o groove, e o cuidado pop com suas fotografias e videoclipes.

O sucesso comercial de Diana Krall redefiniu as regras do mercado do jazz e abriu as portas para cantoras como Jane Monheit, Karin Allyson, Madeleine Peyroux e Norah Jones. E lá se vão 14 anos desde a estréia e, pelo menos, dez de êxito em todo o mundo, da artista que se casou com o cantor inglês Elvis Costello, em 2003 (o casal tem filhos gêmeos).

Os melhores momentos dessa trajetória estão em The very best of Diana Krall (Verve/Universal), que reúne 12 hits e apresenta três gravações inéditas: uma versão criativa de The heart of saturday night (Tom Waits) e releituras convencionais de Only the lonely (do repertório de Frank Sinatra) e You go to my head (popularizado por Sinatra e Billie Holiday).

 

No material distribuído para a imprensa, Diana explica que a coletânea é um espécie de encerramento de ciclo, com ela voltando os olhos para o futuro. O certo é que a união com Elvis Costello, um compositor múltiplo, e a maternidade vêm influenciando o processo criativo da pianista. Só depois de Costello, por exemplo, foi que ela estreou como compositora.

 

The very best of Diana Krall traz um DVD de bônus com videoclipes (como The look of love, uma boa e bossa-novista versão feita pela pianista para o clássico de Burt Bacharach) e performances gravadas em Portugal, num total de oito faixas. Para quem gosta de smooth jazz, o lançamento é indispensável e permite perceber exatamente quem é Diana Krall.

 

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Ficha

 

CD + DVD: The very best of Diana Krall Artista: Diana Krall Produção: Diana Krall e Tommy Lipuma Gravadora: Verve/Universal Preço: R$35 (em média)

 

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40 anos do primeiro Pink Floyd - ‘The piper at the gates of dawn’ ganha reedição de luxo

quarta-feira, 31 de outubro de 2007

Editado originalmente em 5 de agosto de 1967, The piper at the gates of dawn é o primeiro álbum da carreira do Pink Floyd e, apenas por isso, já é digno de atenção especial. Não é só: é também o único trabalho da lendária banda inglesa em que o genial e maluco Syd Barrett (1946-2006) participa do início ao fim, o que o torna ainda mais extraordinário.

O guitarrista e vocalista Syd Barrett foi quem sugeriu o nome do grupo, a partir de dois ídolos seus, os bluesmen Pink Anderson (1900-1970) e Floyd Council (1911-1976). Sete meses após o lançamento do primeiro LP, ele deixou a banda, devido a distúrbios mentais atribuídos ao uso de LSD (David Gilmour, que já tocava com a turma há algum meses, assumiu o lugar).

Com exceção de Take up thy stethoscope and walk (Rogers Waters), todas as composições de The piper at the gates of dawn são de Syd Barrett. O disco é psicodélico e espacial até a medula, de uma maneira que o Pink Floyd jamais conseguiu repetir em sua grandiosa trajetória no rock, mesmo porque, sem Barrett, a banda acabou tomando outros rumos musicais.

Merecidamente, The piper at the gates of dawn ganha uma cuidadosa reedição da EMI em formato de CD duplo (mas comercializado pelo preço de álbum simples): o CD 1 traz a versão em mono e o CD 2, em estéreo. Um encarte de 16 páginas coloridas, com fotografias e as letras das canções, acompanha o disco cuja remasterização foi supervisionada por James Guthrie.

Existe outra edição ainda mais bacana, editada na Europa, nos Estados Unidos e no Japão, em que, além das versões em mono e em estéreo, existe um terceiro CD com raridades e faixas-bônus. Entre elas, um take alternativo da viajante Interstellar overdrive, que tem quase dez minutos de duração e é toda instrumental. Biscoito fino para colecionador, claro.

Também em torno dos seus 40 anos de estréia, o Pink Floyd lança no próximo dia 26 no mercado internacional uma caixa comemorativa com 17 discos entre CDs e DVDs, contendo todos os álbuns da banda, raridades, entrevistas e clipes. Recentemente, David Gilmour descartou uma nova volta do grupo, explicando que no momento ele só pensa na sua carreira solo.

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Ficha

Disco: The piper at the gates of dawn
Artista: Pink Floyd
Produção: Norman Smith
Gravadora: EMI
Preço: R$35 (em média)



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Tem ziriguidum no forró

quinta-feira, 6 de setembro de 2007

 

 

O clarinetista Paulo Moura e o cantor pernambucano Josildo Sá lançam o inspirado CD ‘Samba de latada’

Ana Cristina Pereira

O encontro pouco provável entre o consagrado clarinetista Paulo Moura e o cantor pernambucano Josildo Sá, ainda desconhecido da maioria, rendeu o inspirado disco Samba de latada (Rob Digital). Eles se conheceram há cinco anos, naquele contexto de admirador que vai em busca de um aval de peso para seu trabalho. Paulo Moura gostou do que ouviu, estreitou o diálogo e ainda topou fazer algo difícil em sua carreira – servir de acompanhamento a um artista, num disco não instrumental. Ainda assinou a direção musical e alguns arranjos.

“Assim, dessa forma, é a primeira vez”, afirmou Paulo, em conversa por telefone do Rio de Janeiro. O músico, que também está relançando um disco em homenagem a Caymmi (ver boxe), explica que evitou este tipo de parceria, por achar que acabava “perdendo a identidade”. Josildo Sá, que inicialmente só pensava numa participação, ficou lisonjeado com a proposta. O resultado é um encontro musical empolgante, que resgata uma vertente meio esquecida do forró, o samba de latada, também conhecido como samba de matuto.

Numa definição rápida, seria o samba com a ginga do forró, acrescido de instrumentos como zabumba, triângulo e a sanfona, que floresceu, sobretudo, no sertão pernambucano. “A latada, no caso, era uma extensão da casa, coberta por folhas de flandres, onde aconteciam os forrós, ou sambas”, escreve, no encarte do disco, o jornalista e pesquisador José Teles. Teve intérpretes como Jackson do Pandeiro, Gordurinha e Luiz Gonzaga, e nos últimos anos vem sendo resgatado por vários artistas.

Josildo Sá, 42 anos e dois discos solo no currículo, é um deles. Ele lembra que muitos artistas já flertaram com o samba de latada, mas não deram tanta ênfase à denominação. O disco foi gravado após o Carnaval do ano passado, quando Paulo e Josildo fizeram algumas apresentações juntos, estreitando a sonoridade. Com a participação de Paulo Moura, o ritmo ganhou parentesco com a gafieira e ficou ainda mais sacudido com cavaquinho, pandeiro, baixo e o indefectível clarinete do carioca. A sanfona ficou a cargo de Gennaro (ele e Paulo Moura assinam a faixa Baile no sertão) e há a participação de Arlindo dos Oito Baixos, que Josildo define como um mestre popular.

O repertório resgata o bom humor e a picardia do forró, mas bem longe da baixaria dominante no gênero atualmente. Músicas como Quixabinha (Josildo Sá e Anchieta Dali), Eu gosto de você (Caçote do Rojão) e Cumpade Zé de Bina (Apolônio da Quixabinha), que dão vontade de sair por aí sacolejando. Forró do Mané Vito (Luiz Gonzaga e Zé Dantas) e Pra virar lobisomem (Cecéu) são as únicas conhecidas do repertório e ganharam releitura dentro da proposta do projeto. Ou seja, ficaram bem mais sacudidas do que as versões originais.

Paulo Moura assume a intenção de aproximar o samba de latada com a gafieira, na qual transita com maestria. “Os dois são música para dançar, muito populares. Até os ricos que gostam de pobreza curtem”, alfineta o artista. O disco, continua, lhe permitiu repetir o formato clarineta + sanfona, que já tinha experimentado num projeto com João Donato no passado. Há apenas duas faixas instrumentais, Pro Paulo (Chico Chagas) e Baile no sertão (Paulo Moura e Gennaro).

Em setembro ou outubro, a dupla deve lançar o disco em São Paulo e no Rio de Janeiro, com uma banda formada por músicos pernambucanos. O primeiro compromisso agendado é uma apresentação em Vitória, dia 27 de outubro, na programação do TIM Festival. “É para fazer o som com a cara do Nordeste”, diz Paulo, que torce para mostrá-lo a outras capitais.

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FICHA

Disco: Samba de latada
Artista: Paulo Moura e Josildo Sá
Gravadora: Rob Digital
Preço: R$22

Diamba – 10 Anos Ao Vivo

segunda-feira, 23 de julho de 2007

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Com essência jamaicana e influência de ritmos brasileiros, há uma década a Diamba está na estrada. Durante esse período, o grupo baiano consolidou-se como referência do gênero musical no estado, conquistou um público fiel e imprimiu mais alegria ao canto de protesto do reggae roots. A banda – formada por Duda Diamba (vocal), Renato Nunes (baixo, sintetizador, surdo virado e backing vocal), Caio Frenn (bateria, órgão, percussão, sampler e backing vocal), Paulo Marola (guitarras, violões e backing vocal) e Joab Nunes (percussão) – percebe que a experiência profissional trouxe arranjos mais elaborados e letras mais consistentes, ou seja, mais musicalidade.
Nesses 10 anos, a Diamba dividiu palco com nomes internacionais como The Wailers (banda que tocava com Bob Marley), Steel Pulse, Gregory Isaacs, Dennis Brown, Israel Vibration, Alpha Blondy, Andrew Tosh, The Gladiators e Pato Banton. Além disso, o grupo teve participações em diversas coletâneas como Super Surf MTV, Kaya no Reggae, Três da Bahia e Rádio bazar.
O primeiro CD, “Ninguém está a salvo”, foi lançado de forma independente, em 2000, com 11 faixas autorais. Entre elas, está a música Loucura maior, regravada pela Banda Eva. O disco vendeu mais de 25 mil cópias e foi o ponto de partida para shows em São Paulo, Brasília e Florianópolis.
O segundo trabalho do grupo foi “Tempos de Épocas”, gravado na primavera de 2003, com 19 faixas inéditas, novamente todas autorais. Esse álbum emplacou os sucessos Possas crer, Já é e Viva a vida.
Em 2007, a banda mergulha de cabeça numa nova empreitada: o primeiro CD ao vivo e o primeiro DVD da carreira, denominado “10 Anos Ao Vivo”. Nesse trabalho, a Diamba apresenta quatro canções inéditas Jazz de angola, Eu piro Quando Você Passa, Penso no amor que vem e Tudo de bom, além de uma seleção de músicas dos dois CDs anteriores (“Ninguém Está A Salvo” e “Tempos de Épocas”).
A gravação do novo trabalho aconteceu em junho de 2006, na casa de espetáculos Rock In Rio e contou com 4 mil pessoas. Para o vocalista Duda, “a qualidade técnica e a vibração da platéia nos registros trouxeram a consolidação da carreira e o respeito do mercado local”. A banda, ao fazer um balanço dessa primeira década de existência, considera que o reggae music está em evolução e que isso permite as conexões e a democratização com outros ritmos. Daí o slogan do grupo: Reggae In Evolution.
Exemplos dessa mistura de sons aconteceram no Carnaval Baiano de 2007, quando a Diamba participou do trio elétrico da Banda Eva, no circuito Osmar (Campo Grande/Castro Alves), e do show de Jauperi no Camarote Oceania, no circuito Dodô (Barra/Ondina). Além disso, o grupo fez shows no camarote do Nana Banana e no Palco Alternativo (promovido pela rádio Transamérica), ambos em Ondina. Nesse último, um público estimado em 8 mil pessoas, o maior do evento neste carnaval, se rendeu ao reggae em plena folia de Momo. Outra apresentação memorável aconteceu no Festival de Verão Salvador desse ano, quando a Diamba levou um público recorde ao Palco Tendências, no último dia.

Sudeste TVWeb

quarta-feira, 11 de julho de 2007

Confira a passagem da Mulheres Perdidas por Jequié antes do São Pedro de Itagi.

Um grande abraço da equipe Sudeste para turma da banda.

Adelmario Coelho

quarta-feira, 11 de julho de 2007

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Depois de 13 anos na estrada musical e 13 discos gravados, um dos grandes representantes do forró autêntico no Brasil, Adelmario Coelho, realiza um sonho e lança em 2007 o Primeiro DVD da carreira, intitulado Minha Vida Meu Forró, gravado em maio de 2006 na Concha Acústica do Teatro Castro Alves, em Salvador.

Uma apresentação marcante para as mais de 10 mil pessoas que participaram do show e engrossaram o coro junto com Adelmario nas 28 músicas selecionadas para o DVD, entre elas “Bahia, Forró e Folia”, “O Neném” e “Não fale mal do meu país”.

Na música “Forró no Escuro”, Dominguinhos, um grande ídolo de Adelmario, faz uma participação especial. Um lindo espetáculo do verdadeiro forró.

Uma carreira brilhante escrita por um homem simples

Nascido e criado no interior da Bahia, em Barro Vermelho, distrito de Curaçá, Adelmário Coelho sabia desde criança, ouvindo rádio, que o forró seria uma das suas maiores paixões. Mas antes disso, labutou com a terra e migrou para Salvador para “tentar” a vida. A aventura só estava começando. Ele serviu o exército, rodou táxi, foi técnico de segurança do Pólo Petroquímico por 20 anos, mas nunca esqueceu sua grande paixão, o forró.

Já em Salvador, Adelmário Coelho gostava de ouvir o ritmo em um bar no bairro de Itapoan, chamado Uauá, onde costumava dar canjas. A partir daí, ganhou incentivo dos amigos para gravar um LP. Em uma viagem de férias à Caruaru - Pernambuco, Adelmário Coelho, com a ajuda dos compositores Onildo Almeida e Edson Lima, resolveu gravar um disco, que foi intitulado “No Balanço do Forró”. O trabalho agradou a toda a família, que cobrava intensamente a gravação de um outro disco, para que o sonho de Adelmário Coelho fosse realizado em bom tom. O tempo passou e, quando estava de férias, o forrozeiro rumou novamente à Caruaru.Foi aí que resolveu gravar um outro disco, “Não fale mal do meu país”, cuja canção de mesmo nome impulsionou o artista dentro do cenário musical. Esse CD veio com mais qualidade e maior número de cópias (3 mil) e, por incrível que pareça, o transporte que conduzia os discos tombou na estrada e foi saqueado no interior da Bahia.

Quando decidiu se profissionalizar, Adelmario buscou trabalhar com uma fonoaudióloga, fazer aulas de canto e perseguir a perfeição com total disciplina. É por tudo isso, pelo talento nato, força de vontade, carisma, autenticidade e rara beleza vocal que Adelmário Coelho é considerado hoje um dos maiores forrozeiros do país, com uma carreira consagrada em todo o Brasil.

Contato: 55 71 3341 5888 / 3341-7770

Forró Jerimum Assado

quarta-feira, 11 de julho de 2007

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A banda Forró Jerimum Assado surgiu em março de 2003. Apesar de ter 4 anos de existência, a Jerimum, já carrega consigo uma vasta experiência no campo musical. A banda é composta por cinco amigos que encontraram em comum, além do gosto pelo mais autêntico forró, a musicalidade e a originalidade pouco vista atualmente.

A Jerimum Assado é formada por Ton Carlos: vocalista e compositor; André Barará: percussionista, compositor e vocalista; Chico Maia: compositor e zabumbeiro; Tadeu do Acordeon: sanfoneiro, compositor e vocalista e Lucas Mello: baixista e compositor.

No repertório do grupo estão incluidas, músicas de autores que trilharam na trajetória da antiga música nordestina como Luiz Gonzaga, Trio Nordestino, Dominguinhos, Jackson do Pandeiro dentre outros mais contemporâneos como Flávio José, Adelmário Coelho, Falamansa e Estakazero. Além, é claro, das músicas do cd “Mais gostoso vai ficar”, da Forró Jerimum Assado, com 14 faixas inéditas.

http://www.forrojerimumassado.com.br/
Contato: (71)33750799/88955014/32491880/99086734

Mais São João 2007

segunda-feira, 9 de julho de 2007

Sudeste TVWeb apresenta mais um clipe do São João Jequié 2007.

Confira mais cenas do show de Luiz Caldas na Praça da Bandeira.