Arquivo de novembro de 2007

A SITUAÇÃO DO TREVO DA BR 116 EM JEQUIÉ

quinta-feira, 29 de novembro de 2007

Falta de planejamento!

Esta semana a equipe da RÁDIO SUDESTE, dando prosseguimento a seus trabalhos de reportagem na cidade de Jequié, vimos o total descaso que se encontra o TREVO na entrada de nossa cidade, assistimos ao auge da falta de planejamento em Jequié. Chegamos a conclusão que a situação é de emergência… e o que fazem as autoridades?

A foto abaixo é tudo que nós podemos ver de pior num TREVO de uma cidade com o porte de Jequié, ao lado encontra-se o Poliduto com várias empresas de grande porte e principalmente de alta perigolucidade por conta do armazenamente de produtos totalmente inflamavél.

Mais uma vez pedimos as autoridades “competentes” que resolvam esse sério e grande problema.

Foram registrados 1.592 acidentes e 1.187 pessoas ficaram feridas. Segundo a polícia, imprudência e excesso de velocidade foram as causas dos acidentes. Mas não podemos de citar a falta de sinalização, de limpeza, falta de manutenção e condições necessárias para viagem.

Mais um grande período de Festa esta chegando, Natal, Reveillon e Ferias Escolares, são períodos de grande circulação nas estradas além do grande trafégo normal e diario que passa por esse trevo, são carros, onibus e caminhoes de todo o Brasil, mais infelizmente, em Jequié, padecemos da falta de rigor na manutenção e fiscalização das abras e vias da cidade, prova disso é o descaso do ANEL (que não é a anel) Viário de Jequié.

Vias em perímetro urbano ou mesmo trecho de rodovias que atravessam cidades têm velocidades baixíssimas no exterior, algo em torno de 30 km/h!!! Isto tem o efeito de tornar o trânsito mais calmo e civilizado, uma vez que as pessoas se acostumam a dirigir em baixas velocidades, dar prioridade aos pedestres e respeitar a sinalização e limites de velocidade!

Aqui temos a cultura de deixar o motorista correr e privilegiar as velocidades em detrimento da segurança. Quando se instala um lombada eletrônica com velocidade de 60 ou 50 km/h há uma enorme gritaria, muitas vezes com apoio da mídia…

Depois ficamos contando os mortos e feridos…

por Thiago Gondim

 


Anel Viário de Jequié - BA repleto de buracos

segunda-feira, 19 de novembro de 2007

As regiões Norte e Nordeste têm as rodovias com o pior estado de conservação do país, segundo a Pesquisa Rodoviária 2007 da Confederação Nacional dos Transportes (CNT), divulgada de 6 deste mês em Brasília. Os estados de Roraima e Maranhão receberam as piores avaliações.

A avaliação mostra que 46,8% das rodovias do Norte e 47,6% do Nordeste são consideradas ruins ou péssimas. A média nacional é de 33,1%. A malha viária avaliada como ótima, nessas regiões, é inferior a 3%.

Roraima é apontado como o estado com as rodovias mais inadequadas. Nenhum trecho no estado foi classificado como bom ou ótimo. Ao passo que 68,9% das pistas foram consideradas ruins ou péssimas. Entre os estados nordestinos, o destaque negativo é o Maranhão com 60,2% das vias com baixa avaliação.

 

Em Jequié-BA não é diferente, temos a BR 330 que liga Ipiaú a Jequié e com sua extensão até o entroncamento de Maracás sentindo Curral Novo. Outro ponto que precisa ser levado em conta é o estado catastrófico chegando a ser calamitoso, o estado do nosso anel viário.

 

Projetado e construído para desafogar o trânsito da cidade de Jequié-BA, o Anel Viário é composto pela ligação da BR 116 (Poliduto) a saída para a BR 330. Um anel viário que só foi construído uma via, faltando a ligação do lado oposto.

O fato calamitoso para uma cidade que esta “ ” em desenvolvimento.

 


 

Bahia recebe doação de 30 veículos novos

quinta-feira, 15 de novembro de 2007

 

Os carros utilizados no policiamento dos jogos pan-americanos realizados em julho, no Rio de Janeiro, estão sendo doados para os estados. A Bahia recebeu 30 veículos que serão utilizados pela Polícia Civil e Militar no policiamento de Salvador.

A doação é um reconhecimento da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) ao apoio que o estado deu na segurança do Pan, cedendo 300 policiais e dois helicópteros. Os veículos vão ajudar a reduzir o déficit de viaturas que atualmente é de 600.

O secretário de Segurança Pública, Paulo Bezerra, afirmou que o Governo do Estado está fazendo um esforço para suprir essa carência. “Nosso orçamento sozinho não é capaz de atender a essa demanda, por isso estamos usando a criatividade e fazendo parcerias”, disse, ao se referir a um convênio com a Polícia federal que rendeu 24 veículos, entre eles cinco ônibus e um caminhão baú resultado de apreensões.

Para o primeiro semestre do próximo ano, está prevista a aquisição de mais 107 veículos com recursos do orçamento estadual. Entre os veículos que chegaram hoje (13) do Rio de Janeiro em dois caminhões-cegonha, está um microônibus e um furgão para atendimento pré-hospitalar.

O Estado já mantém 49 carros alugados parta dar suporte aos serviços das polícias civil e militar. “Encontramos uma frota destruída. Para recompô-la precisamos de 600 veículos. Essa doação minimiza o problema, mas a aquisição de carros já foi solicitada ao Estado”, disse o delegado-chefe da Polícia Civil, João Laranjeira.

75 mil saem de Salvador pela Estação Rodoviária

quinta-feira, 15 de novembro de 2007

A expectativa da Agência Estadual de Regulação de Serviços Públicos de Energia, Transportes e Comunicações da Bahia (Agerba) é de que 75 mil pessoas devem deixar a capital, pelo terminal rodoviário de Salvador, durante o feriado de 15 de novembro. Além dos 540 horários por dia, estão sendo disponibilizados outros 290 horários extras para os usuários do transporte intermunicipal. Os destinos mais procurados são as cidades de Porto Seguro, Ilhéus, Itacaré, Valença, Lençóis, Cachoeira, Juazeiro, Feira de Santana e localidades do Litoral Norte.

A exemplo do ferry-boat, a Agerba colocará equipes de plantão, em regime de 24 horas, que atuarão na fiscalização dos ônibus e no atendimento aos usuários. A agência estadual recomenda aos usuários do sistema de transporte intermunicipal que evitem o transporte clandestino.

Os veículos clandestinos não oferecem segurança, pois não são vistoriados e em caso de acidente deixam os usuários sem qualquer cobertura de seguro. O número de acidentes nas estradas envolvendo o transporte irregular cresce em períodos de festas e feriados prolongados.

Para saber se um ônibus é do sistema regular e não clandestino, basta verificar se ele tem o selo e o número de ordem da Agerba, colocados sempre em locais visíveis da chaparia ou no interior, e o Certificado de Autorização de Tráfego (CAT). Além de não oferecer segurança, o passageiro que pega o ônibus clandestino nunca tem certeza de que vai chegar ao seu destino, já que em vários pontos das rodovias, a Agerba mantém blitzes com as Polícias Rodoviárias Federal e Estadual.

Reclamações podem ser feitas à Ouvidoria da Agerba, de segunda a sexta-feira, das 7h às 19 horas, através do telefone 0800 71 0800 (ligação grátis).

Trigo provoca conflitos comerciais entre Brasil e Argentina

quinta-feira, 15 de novembro de 2007

A restrição das exportações argentinas de trigo desde o início do ano, para garantir o abastecimento do mercado interno, já provoca conflitos comerciais com o Brasil, segundo afirma reportagem publicada nesta sexta-feira pelo diário financeiro argentino “El Cronista Comercial”.

O jornal observa que a restrição às exportações preocupa tanto os produtores e exportadores locais quanto os moinhos brasileiros, que “necessitam do estoque argentino”.

O Brasil é o maior importador do trigo argentino, com cerca de 5 milhões de toneladas ao ano –quase um terço da produção total argentina.

“Há vários meses que se comenta que esse país (Brasil) anularia a cobrança de tarifas de importação de locais como Canadá e Estados Unidos, o que faria com que o nosso país [Argentina] deixasse de contar com essa vantagem preferencial, que ficaria reduzida a um menor custo de frete pela proximidade geográfica”, diz a reportagem.

Segundo o jornal, representantes da Abitrigo, a associação da indústria brasileira de trigo, estiveram na Argentina nesta semana para colher informações sobre o futuro das exportações argentinas.

Um assessor técnico da indústria do trigo ouvido pelo jornal afirma que os primeiros contratos para venda de trigo da colheita 2007/2008 começam a vencer no dia 15 de novembro, e caso não sejam cumpridos até 15 de dezembro o país seria considerado “em moratória comercial”.

“Segundo os diretores das entidades agropecuárias, os exportadores locais já compraram cerca de 5 milhões de toneladas da colheita 2007/2008, quase 60% do saldo exportável, mas o não cumprimento dos contratos habilitaria os importadores brasileiros a exigir que eles cumpram os mesmos com trigo procedente de outras origens”, afirma a reportagem.

Além disso, segundo o jornal, os moinhos brasileiros também estão preocupados “com uma suposta situação de dumping gerada com a farinha de trigo”.

“Durante os últimos meses, os moinhos argentinos tiveram acesso ao trigo por um valor inferior ao de mercado devido à intervenção oficial nesse mercado, o que teria permitido a eles colocar o produto no Brasil a valores inferiores aos do mercado mundial”, relata o “Cronista Comercial”.

O jornal afirma, porém, que “o que mais preocupa os moinhos do Brasil é saber se nos próximos meses poderão contar com o trigo argentino”.

Tupi não diminui importância do biocombustível, diz Lula

quinta-feira, 15 de novembro de 2007

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse, durante almoço com o secretário-geral da ONU - Organização das Nações Unidas, Ban Ki-moon, no Palácio do Itamaraty, que o governo brasileiro continua dando prioridade à política de biocombustíveis, mesmo após a descoberta das grandes reservas de petróleo que aumentam em 50% os atuais estoques brasileiros do combustível.

“O presidente Lula disse que isso (a descoberta) não vai diminuir em nada nossa prioridade em relação aos biocombustíveis, que é independente de nos tornarmos exportadores de petróleo”, relatou o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim.

O chanceler contou também que Ban Ki-moon disse que o Brasil é um país importante que deve ser bastante ouvido em um encontro que as Nações Unidas promoverão em Bali, brevemente, para discutir a questão das mudanças climáticas. “O secretário-geral da ONU disse que o caminho para Bali passa por Brasília”, informou Amorim.

Doha - Amorim informou também que o presidente conversou por telefone com o primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, sobre as negociações comerciais no âmbito da OMC - Organização Mundial do Comércio. “O presidente Lula disse ao primeiro-ministro que o desejo do Brasil é o de negociar e que não há nenhum desejo de bloquear a Rodada Doha”, informou o chanceler. Segundo ele, Lula disse ainda a Brown que espera que, na reunião de representantes do G-20 marcada para depois de amanhã, em Genebra (Suíça), os países possam chegar a um resultado “ambicioso e equilibrado.”

Etanol, febre movida a subsídios nos EUA

quinta-feira, 15 de novembro de 2007

A febre do etanol está apenas começando nos Estados Unidos. Novas usinas e centros multidisciplinares de pesquisa em etanol derivado da celulose começaram a sair do papel. Laboratórios do governo têm aplicado cada vez mais recursos nas diversas linhas de investigação sobre novos produtos, métodos de produção e matérias-primas para a segunda geração de combustíveis. Arranjos institucionais entre governo, iniciativa privada e universidades também preparam o terreno para diversificar a matriz energética e transformar o etanol em commodity global.
Mas a grande força por trás desse boom produtivo continua a ser a agressiva política de subsídios do governo federal. A projeção oficial revela um salto gigantesco na concessão de incentivos à produção da nascente indústria do etanol de celulose. Em 2017, quando expira o prazo estabelecido para a meta de adicionar 20% de biocombustíveis na gasolina do país, o auxílio governamental deve atingir um volume anual, em todas as frentes, de US$ 24 bilhões a US$ 28 bilhões, segundo dados apresentados na sexta-feira pelo Laboratório Nacional de Energia Renovável (NREL, na sigla em inglês), ligado ao Departamento de Energia dos EUA. A meta para garantir a segurança energética interna triplicaria os gastos de US$ 8,4 bilhões com incentivos à produção do etanol derivado de milho previstos para este ano.
A produção de matérias-primas destinadas à fabricação de celulose, como madeira, capim, milho, trigo, sorgo e bagaço deverá ficar com uma fatia entre US$ 5 bilhões e US$ 6 bilhões da previsão de gastos. “A queda dos subsídios para o milho [acaba no fim de 2008] deve frear a construção de novas usinas. Por isso, há negociações políticas complexas no Congresso”, diz a pesquisadora Helena Chum, conselheira do Centro Nacional de Bioenergia do NREL. As empresas também devem obter a ampliação de incentivos tributários, como a depreciação mais rápida para elevar deduções de imposto sobre a receita. “Os subsídios não são uma boa política, são perversos. Mas ainda não temos uma varinha mágica”, afirma Mark Smith, diretor da Câmara de Comércio dos Estados Unidos, que reúne cerca de três milhões de empresas locais.
Com o agressivo apoio de Washington para fazer deslanchar a produção americana de etanol celulósico, as pesquisas com biocombustíveis também têm apressado o passo para adaptar as tecnologias que podem processar um potencial já identificado de 1,17 bilhão de toneladas de biomassa por ano. Situado na desértica Golden, nos arredores de Denver, o NREL tem liderado o processo. Duas plantas experimentais já produzem etanol de celulose pelos métodos bioquímico (fermentação) e termoquímico (gaseificação). No orçamento do ano fiscal 2007-2008, os EUA destinaram US$ 1,5 bilhão para pesquisar de novas fontes de energia. Há US$ 200 milhões só para o etanol de celulose. A meta do governo é reduzir o custo do etanol, de US$ 0,52 (milho) para US$ 0,34 (celulose) por litro até 2012, e atender a 30% da demanda doméstica total por combustíveis em 2030 - ou 226,8 bilhões de litros por ano.
Nos planos dos EUA, cooperação empresarial é essencial. “Temos que eliminar barreiras à competitividade de custo e tornar preço do etanol celulósico igual ao do derivado do milho”, afirma o secretário-adjunto do Escritório de Eficiência Energética e Energia Renovável, John Mizroch. Segundo ele, 60% dos recursos para pesquisa vêm das empresas. O NREL, por exemplo, mantém um programa de geração de etanol com a DuPont ao custo de US$ 38 milhões anuais. Também tem outro com a espanhola Abengoa sobre microorganismo que transformam açúcar em etanol. “Temos que acelerar a negociação para reduzir tempo de pesquisa para novos produtos em parcerias não só com empresas tradicionais, mas de biotecnologia”, afirma John Ashworth, chefe de Desenvolvimento da Parcerias do NREL. Na última sexta-feira, ele negociava com a trading ADM. O NREL estuda a gaseificação do etanol como solução mais rápida de produção, mas ainda é mais cara para o fabricante. Para baratear os custos, o laboratório também mantém pesquisas com algas marinhas e uso do aquecimento de caldeiras com energia solar para a produção de etanol.
Em consonância com o discurso do governo de que o etanol será apenas parte da matriz energética, os cientistas alertam que o novo produto pode não ser a solução para os males do mundo. Embora reduza a emissão de gases causadores do efeito estufa, o uso de etanol de celulose em grandes áreas metropolitanas tende a piorar a qualidade do ar das cidades, já que emite 12 vezes mais gases tóxicos do que a gasolina. “Mas ele reduz em 95% o uso de petróleo, zera as emissões de monóxido [CO2] e ainda seqüestra carbono”, realça Helena Chum. Seguindo ela, o etanol deve ser usado onde é produzido e não é recomendado para áreas desérticas, onde o consumo para gerar um litro de etanol sobe de um para 208 litros de água em razão da irrigação das plantas utilizadas.
Embora a indústria tenha apoiado a produção de etanol, ainda há focos de discordância entre os vários setores. Não há consenso sobre aspectos econômicos. Os lobbies de produtores e das indústrias automobilística e petroleira não são monolíticos. Os fabricantes de automóveis, ao contrário dos fazendeiros que vêem os subsídios como pedra angular da atividade, temem eventuais perdas financeiras com a garantia de motores, hoje limitada à adição de 10% de etanol na gasolina. As petroleiras pesam o custo de mudar o modelo de negócios da atual verticalização para a gestão de fornecedores. “Mas isso pode gerar bons negócios, como a compra de usinas”, diz Mark Smith. De acordo com ele, o consumidor americano gosta do conceito de energia renovável, mas ainda não está disposto a pagar mais por isso. “A indústria de biocombustíveis não é a bala de prata que matará o vampiro da dependência energética”.

O jornalista viajou a convite do Departamento de Estado dos EUA

 

MTE vai qualificar 6 mil trabalhadores do setor sucroalcooleiro

quinta-feira, 15 de novembro de 2007

O ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, assinou nesta terça-feira (13) um protocolo de intenções com meta de qualificar social e profissionalmente mais de 6 mil trabalhadores do setor sucroalcooleiro em setes estados: São Paulo, Paraná, Pernambuco, Alagoas, Mato Grosso do Sul, Bahia e Minas Gerais.Serão oferecidos cerca de 40 cursos diferentes como eletricista e instalador industrial, torneiro mecânico, soldador e analista e controlador de qualidade, divididos conforme a necessidade de mão-de-obra do estado. Cada um terá, em média, 200 horas de duração. Para tanto, o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) deve investir R$ 3 milhões, vindos do Fundo de Amparo do Trabalhador (FAT).

A capacitação está prevista para ter início em fevereiro de 2008, e os trabalhadores poderão se inscrever nos postos do Sistema Nacional de Emprego, Trabalho e Renda (SINE) ou nos sindicatos de trabalhadores e patronais do setor. No total, 12 instituições entre sindicatos e prefeituras, além do MTE assinaram o Protocolo de Intenções.

“Este é o segmento que mais gera novos empregos na agropecuária e, além de investir na tecnologia de ponta, precisamos ampliar a capacitação para garantir a mão-de-obra necessária à expansão do setor”, ressaltou o ministro. “A qualificação é o diferencial do Ministério do Trabalho. Quanto mais o trabalhador é capacitado, melhor será seu emprego e consequentemente seu salário”.

Já o secretário de Trabalho de Alagoas, Regis Cavalcante, parabenizou o MTE pelo projeto. “Hoje Alagoas precisa de quatro a cinco mil trabalhadores qualificados para o setor do açúcar e álcool, para contratação imediata. Com este programa, o Ministério do Trabalho atende a essa expectativa e vai garantir que novos empregos sejam gerados em 2008″.

 

Prevenção às drogas será matéria curricular dos cursos de qualificação do MTE

quinta-feira, 15 de novembro de 2007

O ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, anunciou nesta quarta-feira (14) que, a partir de 2008, será incluído um curso de prevenção às drogas nos programas de qualificação de jovens mantidos pelo ministério. “Não podemos ficar só no discurso de combate ao tráfico, embora seja importante. O jovem precisa ser informado sobre os danos à sua saúde. Esta será uma matéria curricular de todos os programas do MTE e dos convênios com o sistema S”, afirmou.

Segundo Lupi, o primeiro foco da iniciativa será o Jovem Aprendiz, ação do MTE que une ensino formal com técnico. Fundamentado na lei do Jovem Aprendiz, ele possibilita que jovens de 14 a 24 anos possam aprender uma profissão em cursos que duram de seis a 24 meses.

O ministro adiantou ainda que a Organização Internacional do Trabalho (OIT) deve sugerir essa proposta aos seus países associados. Lupi a apresentou no “Fórum sobre Trabalho Decente para uma Globalização Justa”, promovido pela entidade no começo deste mês, em Lisboa (Portugal).

 

E começou a produçao em massa do ‘laptop de 100 dolares’

quinta-feira, 8 de novembro de 2007

E começou a produçao em massa do ‘laptop de 100 dolares’

A ONG One Laptop per Child Foundation anunciou o inicio da produçao em massa do XO, conhecido como laptop de U$ 100 - o preço, na verdade, já está proximo dos U$ 200. Está sendo fabricado pela Quanta, em Taiwan. Já foram anunciadas encomendas de computadores para crianças do Uruguai e da Mongólia, mas as maquinas serao oferecidas também a consumidores americanos por meio de um programa que envolve a compra de 1 e a doaçao de outro.

Segundo noticia da Reuters, analistas dizem que a publicidade gerada pelo projeto e a preocupaçao quanto à possibilidade de que o laptop possa roubar espaço dos produtos comerciais levou diversas empresas, entre as quais a Intel e a Microsoft, a reforçar as verbas que investem nos países em desenvolvimento.