Mais sobre o dossiê

30 de março de 2008

Dilma nega dossiê contra FHC

30 de março de 2008

Escrita versus informática

27 de março de 2008

Qualificar uma tecnologia de mais drástica do que outra é uma tarefa muito difícil, tão difícil como decidir se a invenção mais importante da humanidade foi a escrita, a roda ou a agricultura. Tal discussão, bem como esta, mais do que um interesse intrínseco, tem o mérito de promover a reflexão sobre o impacto que cada uma teve na sociedade.

Assim, e voltando à discussão sobre a escrita e a informática, cabe-nos perguntar quais foram os efeitos de ambas as tecnologias na sociedade. Sendo a sociedade em grande parte dependente do pensamento humano, o ponto principal da análise é o da influência da escrita e da informática no pensamento humano.

Ong dedica um capítulo inteiro à argumentação de que a escrita reestruturou a consciência, permitindo formas de raciocínio que não eram possíveis nas sociedades orais. A questão está portanto em saber se a informática também tem um efeito da mesma magnitude sobre a consciência. Pensamos de forma diferente devido aos meios informáticos? Há uns tempos li numa revista uma reportagem sobre um informático, que afirmava pensar em linguagem de programação, raciocinando com argumentos do tipo if..then..else e outros do género. Mas isso certamente não é o padrão comum, e constitui apenas uma deformação profissional. O utilizador (não o profissional) da informática pensará de forma mais lógica? Na minha opinião, não. Na verdade, a impressão que tenho é que a tendência dos programas informáticos tem sido a de tentarem esconder que na sua base está uma linguagem de programação, justamente por esta estar muito longe da forma de pensar do utilizador comum.

Por exemplo, ontem estive no chat e lembrei-me de carregar na botão de ajuda. Lá dizia que se eu soubesse código HTML poderia inserir uma imagem. Ora, eu não faço a menor ideia do código HTML necessário para introduzir uma imagem, e penso que a maior parte dos utilizadores da internet, que é extensamente baseada no código HTML também não o sabe. Ora se eu quiser inserir uma imagem nesta mensagem, poderia utilizar o código HTML (se o soubesse) ou simplesmente carregar no botão inserir imagem que está aqui em cima. Até ontem nem me tinha passado pela cabeça que por detrás disto estava o código HTML. Penso que a maior parte dos utilizadores da informática vêem-na como um recurso maravilhoso mas não tem efeito directo sobre a sua forma de pensar.

Para finalizar deixo um exemplo ligado à matemática. Durante mais de cem anos esteve em aberto uma conjectura, chamada o problema das quatro cores, que afirmava, grosso modo, que se podia colorir um mapa com apenas quatro cores, de forma que dois países vizinhos tivessem cores diferentes. Várias tentativas foram feitas para demonstrar este teorema usando resultados de combinatória de teoria dos grafos. Só recentemente esta conjectura foi provada, com o auxílio de computadores. A ideia foi pôr o computador a analisar uma quantidade imensa de disposições e mostrar que para cada uma delas se verificava o pressuposto. A relação com esta discussão prende-se com o facto de que para alguns matemáticos esta não é uma prova válida, porque não é verificável por humanos. Ou seja, mesmo com o recurso a uma capacidade computacional imensa, essa capacidade não está interiorizada na nossa forma de pensar.

Quanto ao pensamento por simulação, o próprio Lévy refere que alguns autores defendem que este é o processo natural do pensamento humano e não foi introduzido pela informática. Pelo contrário, não será que essa nossa forma de pensar nos leva a realizar simulações com recurso à informática?

Governo usa rolo compressor na CPI dos Cartões

27 de março de 2008

Base aliada impede convocação de ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) para explicar gastos da Presidência
  
  BRASÍLIA - A mobilização da tropa de choque governista na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Cartões Corporativos derrubou ontem, numa sessão marcada por bate-bocas, o requerimento de convocação da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff. Por 14 votos a sete, a maioria dos parlamentares foi contra a ida da ministra à CPI para explicar o suposto dossiê elaborado por integrantes do governo com gastos do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e sua mulher, Ruth, com cartões corporativos e com contas “tipo B” (abertas em nome de servidores que servem para o pagamento de despesas por meio de saques ou emissão de cheques).
Nas cerca de cinco horas de sessão, os integrantes da CPI votaram e rejeitaram um único requerimento. “Não foi só uma sessão improdutiva; foi péssima. A base do governo pode usar todos os caminhos para postergar a investigação e usou. Frustra quem quer trabalhar”, lamentou a presidente da CPI, senadora Marisa Serrano (PSDB-MS). “A oposição usou senadores e deputados que nem participam desta CPI para vir aqui. Se a reunião foi improdutiva, a culpa foi de todos, não só da base”, reagiu o deputado Sílvio Costa (PTC-PE), da tropa de choque do governo na CPI dos Cartões Corporativos.
Desde cedo, líderes da oposição e da base aliada se revezaram na CPI dos Cartões. O motivo do clima tenso era o suposto dossiê contra o ex-presidente Fernando Henrique. A avaliação de parlamentares aliados era a de que o suposto dossiê seria “um tiro no pé do governo”. O líder do governo na Câmara, deputado Henrique Fontana (PT-RS), foi escalado para tentar serenar os ânimos. Depois de esperar por mais de duas horas uma discussão infindável sobre regras regimentais, o petista garantiu que não há documentação nenhuma com gastos do ex-presidente da República. Lembrou ainda que a ministra Dilma determinou a instalação de sindicância para saber se “algum servidor cometeu alguma ilegalidade”.
Depois de dar seu recado sobre o dossiê, Fontana avisou que a base aliada iria votar contra a convocação de Dilma Rousseff. O líder do governo criticou a carta  feita por Fernando Henrique Cardoso abrindo o sigilo de suas contas e aproveitou para cutucar o governador de São Paulo, José Serra (PSDB). “Um pouco dessa coragem do ex-presidente Fernando Henrique deveria ser usada para orientar os tucanos a investigar os gastos com cartão corporativo e com contas do tipo B do governo de São Paulo”, defendeu Fontana.
Irritados com o suposto dossiê, os tucanos partiram para o ataque mal começou a sessão da CPI. Apontada como uma parlamentar moderada, Marisa Serrano iniciou a sessão comunicando que havia apresentado requerimento pedindo a quebra de sigilo de todas as contas da Presidência da República do governo Lula e do governo passado. A senadora tucana anunciou também que havia convocado o ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional, general Jorge Félix, para ir à CPI na próxima terça-feira.
O clima esquentou. A líder do PT no Senado, Ideli Salvatti (SC), criticou Marisa por não ter aceito a explicação do general Félix, que viajou de férias. “Ele (general Félix) comunicou oficialmente uma viagem internacional, dizendo que não poderia vir aqui antes do dia 7 de abril”, ponderou a petista. “Não estou extrapolando as minhas funções. O plenário me autorizou a fazer convocação quando o convidado não vem. Esta Casa é maior do que um servidor público tirar férias”, rebateu a tucana. Mais tarde, Marisa concordou que o general Félix só deponha no dia 8 de abril. “É, vamos esperar as férias dele acabarem”.
Durante a sessão, governistas e oposicionistas passaram a maior parte do tempo batendo boca e discutindo entre si questões regimentais. Era briga por qualquer motivo: quem falava primeiro, se podia fazer questão de ordem, acusações de que a oposição estava querendo politizar a CPI com a convocação de Dilma Rousseff, críticas à condução dos trabalhos pela presidente da comissão e reclamações do comportamento do deputado Luiz Sérgio (PT-RJ), relator da CPI. “Essa reunião não foi nada produtiva. As pessoas se exaltaram muito. Para se ter outra reunião desse tipo não vale à pena”, afirmou Marisa Serrano, que desmarcou os depoimentos previstos para hoje e remarcou uma nova sessão da CPI para terça-feira que  vem. (AE)
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Farpas envolvem parlamentar baiano
BRASÍLIA - Durante a sessão de ontem da CPI dos Cartões Corporativos, o senador Antonio Carlos Magalhães Junior (DEM-BA) falou sobre a abertura dos dados sobre os gastos dos cartões da Presidência da República. Citando a lei existente, ele explicou que a alegação da base do governo de que os dados não podem ser revelados por conterem informações sigilosas não procede.
“A Lei 11.111, de 5 de maio de 2005, permite o acesso livre aos documentos públicos, exceto nos casos de sigilo indispensável à segurança da sociedade e do estado. Para regulamentar esta lei, existe o decreto 4.553/2002 que estabelece os criterios para a classificação de documentos sigilosos em ultra-secretos, secretos, confidenciais e reservados. Esses tipos de documentos, se revelados, podem acarretar danos à segurança da sociedade e do estado ou ainda comprometer projetos ou operações do governo”, disse.
“A alegação de que todas as despesas do gabinete da Presidência estão sob sigilo em razão da segurança do estado não pode de forma alguma ser aceita por implicar em afastamento imotivado da regra geral de publicidade e transparência. É preciso que se fundamente a existência desse ato declatorio sob pena de que tudo ser sonegado do conhecimento público para simples alegação de segurança do Estado”, acrescentou.
Na reunião, ACM Junior e o senador Almeida Lima (PMDB-SE) bateram boca. Quando começava a fazer sua exposição, o parlamentar baiano foi interrompido pelo colega, que pediu “questão de ordem”, irritando o democrata. Em pé, os senadores encararam um ao outro. O Democraca disse que Lima estava fazendo “molequeira”. Após a interferência da presidente da CPI, senador Marisa Serrano (PSDB-MS), os ânimos se acalmaram.
O senador Arthur Virgílio também bateu boca com Lima, depois que o tucano negou pedido para que o deputado Carlos Willian (PTC-MG) fizesse uma intervenção à comissão durante o seu discurso. “Na minha vez, não fala”, disse Virgílio. Em resposta, Lima disse que o regimento do Senado não impede que um líder faça suas considerações enquanto outro parlamentar discursa. “Uma questão de ordem pode submeter a palavra de quem estiver fazendo o uso da palavra”, rebateu.
Nervoso, Virgílio partiu para o ataque contra o senador peemedebista. “O senador Almeida Lima era o mais fiel para o PSDB há alguns dias. Foi muito fiel a mim, que era líder do partido, enquanto não mudou de lado”, ironizou. Aos gritos, Lima negou que tenha “mudado de lado” depois que o PMDB passou a apoiar a base de sustentação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Tapioca - Em uma alusão à tapioca comprada pelo ministro Orlando Silva (Esportes) com cartão corporativo do governo, o deputado Vic Pires (DEM-PA) distribuiu ontem sorvete de tapioca aos integrantes da CPI mista (com deputados e senadores) que investiga irregularidades no uso dos cartões. Depois de quase três horas de reunião da CPI, o deputado decidiu distribuir o sorvete para “matar a fome” dos colegas – mesmo sem admitir oficialmente o simbolismo de seu gesto. 
“Queria saber se a senhora gostou do sorvete de tapioca que trouxe do meu estado para a senhora e todos os membros da comissão”, questionou Pires à presidente da CPI, senadora Marisa Serrano (PSDB-MS). O deputado Silvio Costa (PMN-PE) criticou o gesto de Vic Pires, ao considerá-lo como “palhaçada”. “Tem menino de calça curta trazendo sorvete de tapioca aqui para vulgarizar a CPI. Ou essa comissão parte para o respeito à opinião pública, ou vai ser autofágica”, criticou o deputado.
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FHC desafia Lula a abrir gastos
São Paulo - A queda-de-braço entre tucanos e governistas no Congresso em torno da quebra de sigilo das despesas da Presidência subiu de tom e ganhou ontem contornos de um confronto direto entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. No Recife (PE), Lula reagiu à carta em que o antecessor, na véspera, abriu o sigilo de seus gastos e à tentativa da oposição de convocar a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, para depor na CPI dos Cartões.
“A oposição pensa que vai eleger o (meu) sucessor, mas pode tirar o cavalinho da chuva porque vamos fazer a sucessão para continuar governando este país”, afirmou, ao lado de Dilma, sua principal opção para sucedê-lo em 2010. “Se alguém pensa que vai atrapalhar o projeto de desenvolvimento, pode saber que terá de lutar e trabalhar muito. Só fazendo discursos não vai nos derrotar”.
Ao mesmo tempo, em São Paulo, Fernando Henrique voltou a cobrar a abertura dos gastos de Lula. “Se eu fosse o presidente Lula, eu diria: ‘Venham ver o que eu fiz com o dinheiro, como é que foi gasto, não tem problema nenhum. Abre, mostra, é melhor’”, afirmou, após participar de conferência na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) sobre marco regulatório. “Não é preciso fazer dessa questão um cavalo de batalha”.
O ex-presidente lembrou que suas contas foram aprovadas pelo Tribunal de Contas  da União (TCU) e considerou a inclusão dos gastos de sua gestão no âmbito da  CPI “uma onda para disfarçar” o fato de que o número de cartões corporativos  “foi multiplicado por dez” no atual governo e de que há um elevado volume de  recursos sacados em dinheiro. “Esses são fatores concretos que deram origem à CPI, o resto é exploração política. Com relação ao passado, não tem nada determinado,  é mera exploração política”, insistiu.
Em sua ofensiva, Fernando Henrique atribuiu até mesmo o fracasso  do leilão da Companhia Energética de São Paulo (Cesp) ao governo Lula. “O leilão foi conduzido sob regras que não são tucanas”, ressaltou, ao ser indagado sobre o tema. “Na verdade, o problema é a estabilidade regulatória e a questão da duração das concessões. Não foi o governo tucano quem dificultou, foi a indefinição  do governo Lula”, afirmou. (AE)
 

A INTERNET COMO UM ESPAÇO ALTERNATIVO DE OPINIÃO E PODER

27 de março de 2008

por Fatima Oliveira*

É indispensável saber quantos são os incluídos digitais

A Internet é um meio de comunicação global e multifacético, cujo poder não está devidamente dimensionado, por ser uma tecnologia atraente, nova e que a cada dia cativa mais adeptos. É emergencial assegurar que ela continue um espaço democrático e livre de monopólio dos barões das mídias clássicas. É necessário partir de dados reais sobre o mundo virtual para especular sobre a função social que cabe à Internet. Ou seja, é indispensável saber, pelo menos, quantos são os ditos ”incluídos digitais”.

O jornalista Paulo Henrique Amorim (PHA), no debate ”O papel dos meios de comunicação alternativos na formação e transformação social”, na CUT-SP, no último dia 17, foi profético a respeito de si mesmo, ao dizer: ”Em breve, os grandes grupos empresariais tomarão tudo. Mas ainda há um espectro na Internet à disposição para consolidar grandes portais alternativos”, e que ”precisamos meditar sobre o uso dos parcos recursos existentes para a construção de uma mídia alternativa”. No dia seguinte, teve bloqueado o acesso a seu site, o ”Conversa Afiada”, no Portal iG, da Brasil Telecom, cujo contrato seria até 31.12.2008.

Para o jornalista Luiz Carlos Azenha, ”ontem foi um dia histórico para a Internet e o jornalismo eletrônico brasileiro. Pela primeira vez, ao menos que seja de meu conhecimento, um site foi desplugado do ar sem qualquer aviso aos internautas, sem qualquer explicação oficial da empresa hospedeira”. PHA, reafirmando que ”essa é a virtude da Internet: último reduto do jornalismo independente”, relembrou: ”não é a primeira vez que me mandam embora de uma empresa jornalística. Só o Daniel Dantas me ”tirou do ar” duas vezes: na TV Cultura e no UOL. E ele sabe que não vai me tirar nunca. Com isso, se encerrou a vida desse blog num portal da Internet. Nenhum blog de relevância política nos Estados Unidos, por exemplo, está pendurado num portal”. Mudou-se para www.paulohenriqueamorim.com.br

A pesquisa ”Digital World: State of the Internet”, de janeiro de 2008, da comScore, informou que 824 milhões de pessoas no mundo acessaram a Internet, de casa e do trabalho - não foram contabilizados acessos de computadores públicos, como cibercafés, telefones celulares e PDAs - e que ”a Internet já deixou de ser uma mídia centrada nos Estados Unidos para se transformar em global. Hoje, 21% das pessoas que acessam a Internet são dos Estados Unidos. Em 1996, eram 66%”.

Outras constatações da pesquisa: para a maioria dos usuários, a Internet é uma importante fonte de notícias; as três maiores marcas globais da web são Google, Yahoo e o Baidu (site de buscas chinês); dois em cada três internautas navegam em redes sociais, como Orkut, MySpace, Facebook, LinkedIn; o vídeo online, na onda da popularidade do YouTube, é o lazer dominante da web - mais de 250 milhões de visitas em janeiro de 2008; e a distribuição web no mundo, no período pesquisado, é a seguinte: Ásia/Pacífico: 308,8 milhões; Europa: 232,8 milhões; América do Norte: 183,8 milhões; América Latina: 59 milhões; e Oriente Médio e África: 39,9 milhões.

Dados do Ibope/NetRatings informam que o volume de internautas residenciais ativos no Brasil chegou a 21,4 milhões em dezembro de 2007, dos quais quase 10 milhões acessaram e leram blogs em 2007, ou seja, 45% dos internautas ativos no mês. São dados que evidenciam o potencial de poder da Internet como local privilegiado para espaços alternativos de formação de opinião, de poder. Donde é possível entender o afã que move o velho e o novo baronato da mídia com vistas a cercear e a monopolizar a blogosfera, pois ela democratiza o poder, dando voz a quem não a possuía. Em suma, o cenário do episódio iG X PHA é um atentado explícito à liberdade de expressão, que toda pessoa de bem deve repudiar veementemente, agora ou cale-se para sempre.

*Fatima Oliveira, Médica e escritora. É do Conselho Diretor da Comissão de Cidadania e

Reprodução e do Conselho da Rede de Saúde das Mulheres Latino-americanas e do Caribe. Indicada ao Prêmio Nobel da paz 2005 

O Bolsista da Fundação Estudar

26 de março de 2008
O Bolsista da Fundação Estudar é excelente acadêmica e profissionalmente. É ético, tem espírito de liderança, empreendedorismo, proatividade, criatividade, habilidade de enxergar e alavancar oportunidades. É capaz de realizar e de multiplicar conhecimentos e oportunidades e tem potencial de causar impacto positivo no país em sua área de atuação.

Essas são as principais características procuradas pela Fundação nos candidatos ao Processo Seletivo. Em suma, a avaliação é feita, por meio dos seguintes critérios:

Alto potencial intelectual e profissional: com estas qualidades, o candidato terá maior probabilidade de exercer cargos de comando e ter impacto no seu campo de atuação.

Excelência Acadêmica: ótimas instituições de ensino e bom desempenho acadêmico são cruciais para o bom desempenho diante dos desafios pessoais e profissionais, especialmente se considerada a sofisticação do mercado de trabalho.

Elevado padrão ético e capacidade de liderança: fundamentais para que o candidato possa realmente se tornar um líder, com valores elevados e capaz de influenciar e conduzir mudanças positivas no ambiente em que atuar.

Identificação com os ideais da Fundação: não é tarefa fácil participar do processo pelo qual a Fundação constrói seu próprio futuro e, conseqüentemente, de outros bolsistas. É uma característica importante para bolsistas a capacidade de compartilhar seu sucesso com os outros bolsistas, disponibilizando recursos materiais e intelectuais para a manutenção deste ciclo virtuoso.

Compromisso com o País: a Fundação Estudar existe para ajudar a melhorar o Brasil, torná-lo mais moderno, mais justo e mais produtivo. O candidato deve ter um interesse genuíno nestas conquistas.

Compromisso do Bolsista

A Fundação Estudar seleciona e oferece oportunidades de Desenvolvimento de Carreiras e Networking para que seus bolsistas sejam: 

Agentes de mudança no país.

Exemplos de sucesso profissional e pessoal.

Líderes inspiradores e éticos.

Multiplicadores dos valores da Fundação Estudar.

Façam o Brasil crescer.

Além disso, o bolsista da Fundação Estudar é comprometido com a própria Fundação, com outros bolsistas e com o Brasil. É preciso querer e fazer diferente. Espera-se que:

  •   Assumam a responsabilidade quanto ao futuro da Fundação e sua auto-sustantabilidade.
  •   Doem espontâneamente à Fundação o valor original da bolsa recebida, depois de bem formados e bem colocados no mercado de trabalho, para que a Fundação continue a investir na educação e na formação de novos bolsistas.
  •   Participem ativamente do processo de seleção de novos bolsistas.
  •   Compartilhem sua experiência e sucesso com outros bolsistas, atuando nos programas e iniciativas de Desenvolvimento de Carreiras e abrindo portas para a Fundação.
  •   Divulguem a Fundação e seus ideais e tenham capacidade de multiplicar na sociedade o sucesso pessoal e profissional obtido.
  •   Tenham impacto positivo no seu setor de atuação.
Requisitos
Veja quais são os requisitos necessários para participar do Processo Seletivo 2008 da Fundação Estudar, para cada categoria de bolsa.

  Graduação no Brasil
Bolsas de Estudo para graduação em Administração, Economia, Engenharia e Relações Internacionais, para estudantes das melhores instituições brasileiras.

  Graduação no Exterior
Bolsas de Estudo para graduação no exterior, nas melhores universidades dos Estados Unidos e do mundo, para as áreas de Administração, Economia, Engenharia e Relações Internacionais.

  Pós-graduação
Estudantes excelentes dos melhores programas mundiais no exterior em LLM, M.A, MBA, MPA, MPP e M.Sc podem participar do Processo Seletivo da Fundação Estudar.

  Intercâmbio
Bolsas de estudo para programas de intercâmbio vinculados aos cursos de universidades brasileiras para os quais a Fundação concede bolsas.

Acidentes matam 13 pessoas nas estradas da Bahia

25 de março de 2008
 

Na Semana Santa, o número de mortes foi 44% superior ao registrado no mesmo período de 2007

 
 

Flávio Costa

Treze pessoas morreram em 125 acidentes nas estradas baianas durante a Semana Santa, 44% a mais do que no mesmo feriado de 2007. Outras 77 ficaram feridas. Somente nas federais, o número de vítimas fatais subiu 80% em relação ao feriado de Páscoa do ano passado – de cinco para nove –, apesar de a quantidade de ocorrências ter se mantido quase idêntica. Desde 1º de janeiro até o último domingo, 150 indivíduos perderam a vida nas 15 rodovias fiscalizadas pela Polícia Rodoviária Federal (PRF/BA) – 8,7% a mais do que no mesmo período de 2007. Nas vias estaduais, quatro óbitos foram registrados no feriado, o mesmo número da Páscoa anterior.

O balanço da Operação Semana Santa da PRF foi divulgado ontem pela manhã pelo superintendente Antônio Jorge Azevedo, na sede da corporação, em Água de Meninos. Pelos números apresentados constata-se que os acidentes do feriadão pascal foram mais violentos do que no ano passado. Em 2008, a cada dez acidentes houve, em média, uma vítima fatal; em 2007, a relação é de um óbito a cada 18 ocorrências. Este ano, foram 90 acidentes, 59 feridos e nove mortos. No ano anterior, 91 acidentes, 73 feridos e cinco mortos.

“Foi um feriado realmente violento. São vários fatores somados que determinam esta situação: imprudência, excesso de velocidade e uso de álcool pelos motoristas”, admite Azevedo. Apesar da avaliação, ele diz não há relação direta comprovada entre os acidentes e a liberação do comércio de bebidas alcoólicas em 72 pontos-de-vendas nas rodovias federais, através de liminares expedidas pela Justiça. “A maioria dos acidentes aconteceu em trechos considerados bons, o que tipifica um ato de imprudência”, reitera.

Sem habilitação - No domingo, foram registradas três mortes em dois acidentes semelhantes: motoqueiros atropelaram cavalos que circulavam nas pistas. As primeiras duas vítimas foram Mastrionani Torres, 38 anos, e Maria Cleide Pereira Xavier, 34, que faleceram no Km-40 da BR-367, na altura de Porto Seguro. Mastrionani dirigia um moto Honda CG Titan JOG 2225/BA. O outro óbito aconteceu nas primeiras horas de ontem, quando Valdério dos Santos Silva, de apenas 17 anos, morreu ao atropelar um animal no Km-10 da BR-116, em Abaré. Ele pilotava, sem habilitação, uma moto CG 125, de placa 1445/PE.

O acidente mais grave nas BRs aconteceu na quinta-feira, no primeiro dia do feriadão, quando quatro pessoas foram carbonizadas numa batida frontal entre um Ford Focus e um caminhão Mercedes-Benz, no Km-663 da BR-101, próximo à cidade de Itapebi. No mesmo dia, houve outras duas mortes: no Km-346 da BR- 116, em Serrinha, o motorista Cecílio Idalino Pereira Costa, 36, veio a óbito após bater o Gol placa DHW 3032/BA na traseira do GM Chevrolet DQO placa JNZ 8924/BA, conduzido por Antônio Lourival da Silva. Um carona do carro de Cecílio, Diego Anderson da Silva, foi levado em estado grave a um hospital da região; no Km-249 da BR-116, na altura de Tucano, o motorista Reinaldo Celestino da Paixão, 46, morreu ao perder o controle do caminhão Mercedes-Benz 1620, de placa KEQ 9533 de Sergipe, que capotou. Com escoriações leves, o passageiro Armando de Jesus dos Santos foi levado ao Hospital de Ribeira do Pombal.

Na jurisdição da Polícia Rodoviária Estadual, foram registrados 34 acidentes com 18 feridos e quatro mortos. Não houve aumento em relação ao número de vítimas fatais, mas constatado um decréscimo de 60% em relação aos feridos e de 17% na comparação com a Semana Santa de 2007.

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Treze detidos por embriaguez

Durante todo o feriadão, a Polícia Rodoviária Federal prendeu 13 motoristas por conduzirem embriagados e exporem outras pessoas a situações de risco. Outros 28 condutores receberam notificação. As últimas quatro detenções aconteceram anteontem, todos motoqueiros: Joaquim Renato Borges de Moraes, 49 anos, pilotava uma moto JQQ 7458/BA, na BR-410, em Ribeira do Pombal; Adailton da Silva, com sua Yamaha de placa IAC 7692/SE, na BR-110 na altura de Paulo Afonso; Rodrigo Santos do Nascimento, 21, condutor de uma moto CG sem placa e sem documentação, na BR-111 em Esplanada; Bento de Almeida que pilotava uma moto Honda CG Titan 125 placa 0244/BA.

“Nós estamos vendo se conseguimos a garantia jurídica junto ao Ministério Público Federal e à Justiça para obrigar os motoristas envolvidos em acidentes a passarem pelo teste do bafômetro”, diz o superintendente da PRF/BA, Antônio Jorge Azevedo. Dez novos aparelhos devem chegar até o final de semana para serem somados a outros 26 já utilizados pelos agentes. Cinco deverão ser usados somente na BR-324, a principal do estado, que liga Salvador a Feira de Santana.

Na rodovia, 15 pontos-de-venda estão liberados para vender bebidas alcoólicas após liminares expedidas pela Justiça concedidas em favor dos sindicatos dos Hotéis, Bares e Restaurantes de Salvador (SHBRS) e do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Estado da Bahia (Sindicombustíveis). Os dois dispositivos, expedidos às vésperas da Semana Santa, suspenderam a Medida Provisória (MP) 415/08 em vigor que desde 1º de fevereiro. Na Bahia, 72 estabelecimentos às margens das estradas federais foram beneficiados.

“O nosso movimento durante o feriado aumentou muito, mas ainda não pude recuperar a perda de 30% no meu faturamento enquanto a medida esteve sob vigência”, declara a gerente da churrascaria Macro, Marta Pimenta. Ele afirma ter demitido três funcionários por conta da proibição. “Estou reabastecendo meu estoque de cervejas aos poucos, porque a liminar pode cair a qualquer momento”, acrescenta.

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acidentes

SEMANA SANTA/2008

Acidentes em rodovias federais: 90, com 59 feridos e nove mortos 
Acidentes rodovias estaduais: 34, com 18 feridos e quatro mortos

SEMANA SANTA/2007

Acidentes em rodovias federais: 91, com 73 feridos e cinco mortos
Acidentes em rodovias estaduais:41, com 45 feridos e quatro mortos

BALANÇO ANUAL

De 1º de janeiro até 23 de março de 2008 (Domingo de Páscoa) nas rodovias federais:
1.449 acidentes, com 971 feridos e 150 mortos

Mesmo período de 2007: 1.476 acidentes, com 1.202 feridos e 138 mortos

Fontes: Polícias rodoviárias Federal e Estadual

Concursos Autorizados Somam 12 Mil vagas

21 de março de 2008

O Governo autorizou nesta sexta-feira os últimos dois concursos Federais.Foram autorizadas 140 vagas da carreira de ciência e tecnologia na Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e outras 94 vagas para o Ministério do Esporte.

A realização de novos concursos públicos está temporariamente suspensa, disse nesta quinta-feira o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo.

A medida está relacionada ao corte de 20 bilhões de reais em despesas do governo – parte do plano para reaver os 40 bilhões de reais perdidos com o fim da CPMF. A intenção do governo é “congelar” a realização de novos concursos até o instante em que as contas estiverem reequilibradas. “Os concursos autorizados estão mantidos. Os novos não serão publicados enquanto não reequilibrarmos o Orçamento”, disse o ministro.

Os reajustes no salário de servidores públicos serão afetados – motivo pelo qual o ministro voltou a defender a aprovação do projeto de lei que limita a 1,5% de aumento real para a folha de salários de todos os poderes da União. Já sobre o aumento do salário mínimo para 2008 – de 380 reais para 408,90 – o ministro garantiu que está garantido “até segunda ordem”.

Confira os processos seletivos que já foram aprovados e que têm realização garantida:

Instituto Ministério do Meio Ambiente - 83 vagas
Ministério das Relações Exteriores - 115
Ministério de Ciência e Tecnologia - 268
Cotroladoria Geral da União - 400
Ministério da Defesa - 83
Ministério do Planejamento - 95
Universidades Federais - 7.543
Agência Brasileira de Inteligência - 190
Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) - 884
Polícia Rodoviária Federal - 3.000

PERIGO NO PAU DE ARARA ESCOLAR

21 de março de 2008

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A Prefeitura de Jequié não aprendeu a lição para resolver o problema do transporte escolar de sua rede de ensino. O desgaste em relação a esta questão se ampliou ontem (19), com a matéria de capa do Jornal a Tarde, denunciando as irregularidades do transporte estudantil no Estado, colocando a Cidade Sol como exemplo de estrela sem brilho nesse quesito.

O diário baiano expõe a situação: “Em vez de ônibus, como determina a legislação, caminhões são usados para transportar estudantes dos distritos de Oriente Novo e Florestal, zona rural de Jequié (a 356 Km de Salvador). Identificados com a placa “escolar” na carroceria, os veículos são equipados com bancos de madeira e cobertos com lonas”, escreve o jornalista Juscelino Souza, na pag. 4.

Na matéria do jornal, Irineu Oliveira, diretor municipal de transporte, justifica a contratação dos veículos dizendo que eles são adequados para “locais com ladeiras muito íngremes, especialmente em dias chuvosos”, por isso que o governo contrata “caminhões e caminhonetes F-4000 para fazer o transporte”.

A justificativa administrativa do diretor não explica a permanência dessa situação crítica, que envolve a segurança de vida dos alunos, situação já denunciada até por emissoras de TV no ano passado e por uma representação no Ministério Publico, no último dia 13, impetrada pela APLB-Sindicato. Por que o governo não faz o dever de casa e resolve a questão? Porque a “Prefeitura ainda segue o critério político para a escolha dos veículos. A licitação, que ainda não aconteceu este ano, privilegia, na verdade, os indicados pela base política do prefeito, principalmente pelos vereadores”, critica Marcos Roberto, Secretário do Conselho de Acompanhamento do FUNDEF.

Caroline Brito, professora e integrante do Conselho Municipal de Educação, lamenta o fato da Prefeitura não encarar com seriedade uma questão tão séria que vem se arrastando a muito tempo. “Acontece que não foi realizada a licitação pública para contratação dos veículos até agora. Um absurdo! O serviço de transporte que está aí é o mesmo do ano passado. Mantiveram os veículos e também os mesmos problemas. O Conselho do FUNDEB decidiu, em assembléia, na segunda quinzena do mês de fevereiro, que não encaminharia qualquer matéria enquanto no for atendida sua solicitação para se realizar a licitação pública do transporte escolar, de forma transparente e séria”, informa a conselheira.

O transporte escolar inadequado do município, além do desgaste para a escola pública, pode virar um acidente para a almejada Cidade Educadora.

Por Gidasio Silva

PMDB quer barrar alianças entre PT e PSDB

21 de março de 2008
 

Ministro da Integração reage duramente a acordo eleitoral entre petistas e tucanos e prevê retaliação

 
 

BRASÍLIA - A possibilidade de alianças entre PT e PSDB em algumas capitais nas eleições deste ano está provocando reação raivosa de setores do PMDB, aliado preferencial do governo Lula. O partido ameaça, como troco, aprovar uma resolução nacional liberando, e até incentivando, alianças com o DEM, partido mais radical na oposição ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A idéia do PMDB é barrar negociações avançadas de petistas com tucanos em cidades como Belo Horizonte, Salvador e Aracaju.

Primeiro, foi o ministro das Comunicações, o mineiro Hélio Costa (PMDB), que reagiu à aliança entre o tucano Aécio Neves e o petista Fernando Pimentel na capital mineira. Agora, outro ministro peemedebista, o baiano Geddel Vieira Lima (Integração Nacional) ameaça com retaliação. Em Salvador, o PMDB quer o apoio do PT à reeleição do prefeito João Henrique Carneiro.

A queixa do PMDB tem endereço certo: a reunião do diretório nacional do PT, que acontece nessa segunda-feira em Brasília, para definir os critérios das alianças políticas para este ano. A tendência é permitir exceções. “Já que não existe compromisso do PT, também não vamos ter compromisso com ninguém. Aviso que vou conversar com o DEM. Vai ser o ‘samba do crioulo doido’”, advertiu Geddel.

Recado - O seu recado é direto para o PT da Bahia. O governador Jaques Wagner (PT) admitiu na semana passada a o Globo que considera a candidatura do tucano Antonio Imbassay de seu leque de alianças. Geddel, que tem atuado em parceria com o petista na Bahia, não gostou dessa declaração. Lembrou que há um compromisso de o PMDB em apoiar a candidatura à reeleição de Jaques Wagner, em 2010, e o candidato do próprio Lula para a sucessão presidencial. Mas que isso, agora, está condicionado eleição municipal.

“Neste caso, o PMDB vai ficar liberado das alianças e procurar o seu rumo em todo o país. Para mim, política é compromisso. Quero saber quem é o candidato do PSDB em 2010. Vai ser o nome do Lula ou será o governador José Serra? Quero saber do PT qual será a música porque eu sei dançar todos os ritmos. Mas preciso estar com a roupa adequada”, afirmou. (AG)

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Petistas admitem apoio

Preocupado com a reação peemedebista, o secretário  geral do PT, deputado José Eduardo Cardozo (SP), disse que a tendência do partido será de firmar uma determinação de que as alianças prioritárias serão com os partidos da base aliada de Lula. Ele ressaltou que PSDB e DEM são partidos adversários no campo nacional e disse que o Diretório Nacional pode deliberar apenas exceções.

O PT vai fixar as alianças prioritárias e caracterizar quem são os adversários. Não acho que uma eventual exceção possa atrapalhar a relação com a base aliada. Ninguém precisa ficar magoado com situações especiais. O PT vai ser fiel com suas relações históricas”, disse Cardozo.

O líder do PT na Câmara, deputado Maurício Rands (PE), confirmou que a tendência do Diretório Nacional será mesmo de permitir algumas alianças municipais com o PSDB. Ele defendeu acordos pontuais.

O ex-líder da bancada, o deputado baiano Walter Pinheiro, que integra a tendência de esquerda Democracia Socialista, também aposta numa decisão do diretório nacional que permita acordos pontuais com o PSDB. “As especificidades locais não podem descaracterizar a aliança nacional. Porém, a tendência do PT é de tirar uma tendência nacional e reservar os casos especiais. Isso já ocorreu no passado”. (AG)